Gente, o que está acontecendo? Saiu na globo.com que poderá ser bloqueado o acesso no Brasil às páginas do WordPress. Será verdade? O que vai ser de nós? Migraremos todos para o Blogspot? Comecem o backup de seus textos, amigos. A barca pode estar furada e ninguém nos avisou. Medo…
Arquivado em: blogs, bloqueio, criatividade, crise, experimental, internet, music, música
Só pra quem ainda acredita no renascimento do meu amado blog, devo avisar que estou blogando por outras bandas também. Mas calma, o Sensorial Trip não morreu. Estamos em fase de reformulação!
Recentemente me juntei à equipe do Tutorial Pop, pra levar um pouco de estrogênio ao bando de machos.
E, em mais um projeto solo, abri o Zucchini’s, um blog/podcasting de música onde você pode realmente ouvir música, além de ler e ouvir algumas abobrinhas… Ainda estamos engatinhando, mas muito em breve as coisas começarão a ficar bem feitas.
Parece que flor foi uma recorrente aparição nos desfiles desta última edição de inverno do SPFW, segundo contou a tia Glorinha. Os motivos florais não vão desgrudar da nossa pele, portanto. Mas eu ando tão à flor da pele ultimamente, que não preciso de um motivo a mais, floral ou não, pra me lembrar disso…
Para aqueles que também estão à flor da pele, Zeca Baleiro consegue transmitir em palavras direitinho o que essa expressão estranha nos causa. Vamos então ouvir Zeca Baleiro e nos afogar em chá, quem topa?
…porque aqui é o meu lugar mesmo!
O que uns comentários bem escritos não fazem, né? Agradeço aos comentários do último post, de verdade. Como disse a Fê da Oficina de Estilo, o tempo não é o melhor remédio. É que novos problemas vão aparecendo com o tempo e a gente acaba esquecendo os velhos. Verdade, viu? Já tô aqui, lidando com meus novos problemas, cabeludos e de sete cabeças, porém estou gerenciando-os com muita simpatia. É preciso sorrir para os problemas. Não que eles vão sorrir de volta pra você, claro. Mas é bom sorrir sempre.
Então tá, estou mais animada. Voltemos à velha rotina bloguística na capital federal.
Olha, não vou dizer que a crise passou. Também não posso afirmar que não haja mais bloqueio criativo. Há, e muito. A coisa só piorou de uns tempos pra cá. Teve um tempo em que eu nem dormi, acredite em mim. Aí o que eu fiz? As malas. E saí da capital federal por uns dias. Foi bom, foi uma fuga preciosa que finalmente me devolveu o sono.
Bem, o sono voltou. Já posso afirmar que durmo relativamente bem. Mas nem tudo se resolve com essa facilidade. Ainda estou esperando algumas coisas se resolverem. Dizem que o tempo é o melhor remédio. Portanto, estou tomando o melhor remédio em doses homeopáticas.
É tão complicado falar de coisas pessoais minhas nesse blog. Primeiramente porque ele não deveria ser tão… pessoal. Mas acaba sendo, porque ele não é o contrário disso. Então, como falar de coisas pessoais sem soar e ser pessoal? É tudo pessoal. É como a Meg Ryan disse naquele filme (que eu assisto 600 vezes num dia e choro em cada uma das 600 vezes), Mensagem pra Você, as coisas sempre são pessoais. Pode não ser pessoal pra você, pode ser só negócios, só um blog, só isso ou só aquilo. Mas desde que exista euzinha aqui deste lado da tela… bom, é pessoal sim. E eu queria ser totalmente impessoal quando eu escrevo aqui. Mas como esquecer as coisas pelas quais eu estou passando agora, deixar tudo de lado e escrever um texto totalmente desconectado da minha realidade? Não tem como. Às vezes eu quero falar de mim. E às vezes eu tenho que falar de mim, senão… eu morro.
Acho que eu tenho que repensar esse blog seriamente. Não que exista uma fórmula correta do que escrever aqui. Eu só acho que preciso… repensar um pouco.
Na verdade, em tempos de crise, o melhor remédio é blogar no blog alheio. Hehehe. Não tão alheio assim. Eu e Aline, minha parceira de mochilada, estamos blogando sobre as agruras dos preparativos da nossa viagem e continuaremos blogando até quando estivermos lá. É o diário de bordo, basicamente. Quem quiser passar lá, será muito bem vindo. Ainda tô em crise, mas já tô começando a sentir vontade de voltar a postar… Fiquemos atentos, sim?
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