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Tudo bem, ela não cortou o cabelo. Era só um coque. Mas ficou tão bom assim… Quem mais acha que a Christina Aguilera deveria aproveitar essa franjinha e assumir um penteado “joãozinho” de vez põe o dedo aqui!
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Eu sempre me considerei uma pessoa de cabeça aberta, moderna, com alguns princípios tradicionais, porém nunca retrógrada. E hoje dei de cara com uma notícia que me fez rever meus conceitos:
Mallu Magalhães e Marcelo Camelo assumem namoro
Claro, eu concordo que o amor não tem idade. Mas pera aí! Pra começo de conversa, o ex-Los Hermanos com essa super barba tipo “simpatizo com o Bin Laden” só faz ressaltar mais seus 30 anos na cara. E eu sempre achei que os caras fizessem um som maduro (tirando o hit Ana Júlia), pelo menos meus amigos que curtem Los Hermanos são sempre aqueles perto dos trinta, inteligentes e maduros. Aí vem o líder da banda e assume um namoro com a Mallu Magalhães, de 15 aninhos, considerada um prodígio pela sua POUCA IDADE, que ainda gosta de colorir e fala coisas dignas de minhas primas de 12 anos de idade. Nada contra Mallu, ela é uma gracinha, mas isso é muito… estranho. Ainda se ela fosse aquele tipo de adolescente super desenvolvido fisicamente que eu vejo pelos colégios de hoje em dia (todas com peitão, bundão e cara de 20), eu até conseguiria entender melhor. Mas não! A Mallu tem aquela carinha e jeitinho infantil característico. Se isso é atraente pra um homem de trinta, então eu só tenho uma coisa a dizer: ECA! Isso fede a pedofilia, infelizmente.
Maaaas… como o mundo já tá de cabeça pra baixo mesmo… aposto que tem fã que vai adorar! Hehehe…
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Adoro aquele estilo arrumadinho do Kanye West. Terninhos ajustados, sempre comedido e clean, diferente dos outros rappers, até dos mais metidos à estilosos, como o P. Diddy. Agora parece que Kanye resolveu adotar o mesmo estilo clean no seu novo cd, 808’s & Heartbreak. Em tons de off-white e contrastes de preto, azul, variações de cinza e vermelho, o álbum é, visualmente, um tiro que acertou o alvo.

808’s & Heartbreak vai oficialmente pras lojas dia 24 de Novembro. Maaaas… graças à boa e velha internet, já é possível conferir várias faixas (ou o álbum todo) do cantor por aí. Tá, eu confesso, eu já baixei e já dei uma boa escutadinha nas faixas do novo disco de Kanye. Foi o trabalho mais diferente de Kanye que já ouvi. Cantando mais do que somente fazendo rimas de rap, dá pra sacar que Kanye West está realmente de coração partido. Como eu não leio tanto colunas de fofoca como eu gostaria, não sei o que se passou com o coitado pra ele estar assim nesse estado deplorável e ainda cantar “mantenha seu amor trancado”. Mas que Kanye sabe como curtir uma fossa com muito estilo, disso ninguém tem dúvida.
O primeiro single, Love Lockdown, é a minha favorita do momento, até mesmo porque foi ela que me chamou atenção pro álbum. As batidas extremamente tribais dão a energia passional pra uma música que mostra a apatia de um coração abatido pelo amor. Fiquei chocada com a profundidade semiótica que uma música de um rapper pode alcançar. Mas, claro, não é qualquer rapper. É Kanye West. E ele não seria considerado a última coca-cola geladinha do deserto se ele realmente não o fosse. Um bom presente de Natal esse cd, hein?
Veja o clipe e delicie-se com a confortável estranheza dos tons de branco, preto e neon.
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O meu high & low não vai ter nada a ver com combinar peças de grife com peças baratinhas. No, sir! O meu high & low é uma listinha de in’s e out’s que deu vontade de fazer. E não, não a chamarei de In & Out, parece nome de seçãozinha de revista feminina…
High!
1. Lançamento de Sex & The City em DVD.
2. Estréia de 90210 (achei digno!)

Low!
1. Tentativa de desativar a comunidade “Discografias” do Orkut.
2. Madonna ressucitando o sapato-revólver da Chanel. (One word: Afff!)

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Fast-fashion é o que há, não? Eu sou fã assumida, principalmente das redes de fast-fashion européias, verdadeiras “robin hoods” do mundo da moda, roubando as idéias das ricas grifes de haute couture e trazendo para nós, reles mortais que não temos dinheiro para pagar 4 mil dólares numa Birkin Bag ou coisa parecida. Enquanto o diabo veste Prada, outras diabas mais simplezinhas como nós por aí vestem Zara. Enfim, a moda é mais democrática graças às redes de fast fashion. Admiro muito as nossas equivalentes brasileiras, como Renner e Riachuelo. Aliás, essas vem crescendo e apostando cada vez mais em idéias mais modernas e conceitos de moda mais vanguardistas. É animador!
Falando em animador, uma coisa que me deixou boquiaberta: A Renner estará patrocinando a vinda ao Brasil de adivinha quem??? Nada mais nada menos que a rainha do pop, Madonna! Olha que coisa mais incrível! E não é só isso, meus caros. Madonna será a garota-propaganda na próxima campanha da Renner!!! Uma rede de fast-fashion brasileira (que é uma das caçulinhas do gênero no país) com a rainha do pop mundial como garota propaganda? Isso é que eu chamo de investimento!
Não que a dona Madge nunca tenha tido nenhuma experiência no ramo. Afinal de contas, ela é figurinha carimbada em redes de fast-fashion como a européia H&M, para quem desenhou uma coleção em 2006 e protagonizou campanhas anteriormente também. Se com a H&M deu certo, por que não tentar com a Renner, né? Super investimentos brazucas no mundo da moda, isso sim é o que há.

Divulgação da nova turnê da Madonna, entitulada Sticky & Sweet, que passará pelo Brasil graças à Renner!

Não sei ainda exatamente do que Mariah Carey se emancipou. Mas ela disse em 2005 que tinha se emancipado, e o sucesso foi tanto que ela resolveu repetir pra todo mundo ouvir quase três anos depois que ela continua emancipadérrima.
E eu, que sempre fui uma fã de carteirinha da Mariah, daquelas que usa o sobrenome do artista e tudo (ai, que vergonha…), já não faço esse tipo fã tem uns bons anos. Quando comprei “The Emancipation of Mimi”, era tanto hip hop que dava até agonia. Tinha mais rappers que Mariah, mais sussurros do que voz e mais whistle register (aquele agudão bizarro que deu fama à ela) do que agudos de peito em si. Apesar do sucessão que foi o álbum, resgatando a carreira da Mariah e tudo mais, as apresentações ao vivo eram lastimáveis, os figurinos da cantora mais ainda, sem falar no seu super comentado ganho de peso. Mariah estava ”fofa”, porém emancipada e ganhando rios de money.
Três anos depois, sai do forno E=MC², que seria algo como a continuação do álbum anterior. Afinal, pra que mexer em time que está ganhando, né Mariah? Só que E=MC² conseguiu reunir em 14 faixas ainda mais batidas de hip hop do que “The Emancipation of Mimi”! Claro, se eu for analisar como um álbum genuinamente de hip hop, eu vou dizer que é fantástico, são ótimas músicas e parcerias, de botar muita combinação chiclete do tipo “Nelly Furtado+Timbaland” no chinelo. Mas Mariah Carey é Mariah Carey, não era pra ser assim… E ainda saiu na capa da Jet sob a legenda “Mariah Carey breaks records while stayin true to her music”, que seria algo como “Mariah Carey quebra recordes enquanto continua fiel à sua música”. Aonde? Essa foi pra rir…

Mas eu não posso deixar de ressaltar que esse pode ser um momento de elevação ainda mais estratosférico do que foi com “The Emancipation of Mimi”. Mariah resolveu botar a preguiça de lado, emagreceu um montão de quilos e está tão magra quanto na época do álbum Butterfly. Indiscutivelmente linda, Mariah pode se sentir mais auto-confiante do que nunca para lutar pelo topo das paradas com outros “corpos cantantes”, como Beyoncé, Rihanna e sua arqui-inimiga (é o que dizem…) Madonna, que também lança cd este mês. Ou seja, ser gostosa é prato cheio pras paradas de sucesso, receita manjadérrima.
Não posso dizer que E=MC² seja um ótimo álbum. Pelo que se propõe a ser, é um ótimo álbum. Mas pelo que poderia ser, deixa muito a desejar. Segue fórmulas conhecidas, não inova, é ainda menos soul do que último álbum, que conseguia se salvar entre uma “Mine Again” e “I Wish You Knew”. Mas isso não quer dizer que você não possa se entreter com este novo álbum, é só se conformar um pouco. Destaques para “Migrate”, com força suficiente para perdurar nas paradas de sucesso. “I’m That Chick” tem um quê de Janet Jackson nos vocais que eu curti. É mais um sinal de que os fãs que esperam um retorno de “A Voz”, como ela costumava ser chamada, podem esperar sentados, pois dona Mariah também está sentadinha em sua zona de conforto, rodeada de rappers e uma tacinha de champagne.
Avaliando E=MC²
1. Migrate featuring T-Pain = 9,5
2. Touch My Body = 3,5
3. Cruise Control featuring Damian Marley = 6,8
4. I Stay In Love = 6,95
5. Side Effects featuring Young Jeezy = 6
6. I’m That Chick = 8
7. Love Story = 6,5
8. I’ll Be Loving U Long Time = 5,75
9. Last Kiss = 5,5
10. Thanx 4 Nothin’ = 6,7
11. O.O.C. = 3,2
12. For The Record = 6
13. Bye Bye = 7,25
14. I Wish You Well = 9,5
Média do Álbum = 6,5
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Preparei um pequeno dossiê sobre essa figura que surge como mais um sucesso advindo do Myspace, a senhorita Mallu Magalhães. Se você também está cansado de ouvir falar sobre ela e não saber de onde surgiu a garotinha… Bom, cá estou eu a responder.
Quem é ela?
Muito bem. Mallu Magalhães é uma menina paulistana de 15 anos que colocou alguns mp3’s de composições suas no Myspace e começou a fazer sucesso com sua música folk.
Como rolou isso?
Mallu começou a ouvir os discos de vinil na casa de sua avó. Entre uma ouvida a Bob Dylan, Beatles e Jhonny Cash, a menina ficou interessada. Lendo mais e ouvindo mais em livrarias e na internet, um artista foi levando à outro. Assim a senhorita Mallu criou um gosto musical bastante diferenciado e refinado pra sua idade. Aos 12 começou a compor suas músicas. Em inglês, porque ela prefere. Prestes a fazer 15 anos, Mallu queria “fazer coisas legais”. Cortou seu cabelo bem curtinho e pediu seu presente de 15 anos em dinheiro. Assim ela usou a grana pra gravar algumas canções em estúdio, e colocou-as na sua página do Myspace.

Por que o falatório todo?
Bem, uma coisa foi levando à outra. Sabe como é, a internet hoje tem uma força e abrangência que ainda não conseguimos precisar. Com o sucesso na internet, Mallu começou a aparecer em programas de tv e até a MTV resolveu passar uns spots da Mallu fazendo covers de Dylan e Cash durante a programação, divulgando mais ainda o Myspace da mocinha. Desde então ela já foi ao Altas Horas e até ao Jô Soares. Na realidade, eu não posso dizer que não haja um apadrinhamento por parte de seja lá quem for. E é inegável que o timing de todo esse burburinho em volta da Mallu foi extremamente conveniente, já que veio numa época em que o Bob Dylan iria passar por terras brazucas e também há um sentimento de revalorização da folk music no cenário musical atual. Verdade seja dita, há um sentimento de revalorização de qualquer coisa antiga no cenário musical atual. Também na moda, o folk e influências country não páram de pipocar em coleções ao redor do mundo. Não dava pra essa menina surgir num momento melhor.
Por que ouvir Mallu Magalhães?
Simplesmente porque é curioso e simpático o suficiente pra merecer sua atenção. Mallu tem apenas 15 anos, e ainda carrega uma certa ingenuidade e timidez que a tornam bastante engraçadinha. Talvez até demais, e alguns podem dizer que é meio “forçado”. Bem, quem sou eu pra dizer se é ou não, né? Pode até ser que seja, e ainda que seja, vale a pena dar uma escutadinha no material de Mallu. Ela não é a cantora mais talentosa, nem faz parte do que se possa chamar de virtuosi do violão. Não é nada demais, na verdade. Mas suas composições são bastante simpáticas e é gostoso ouvir uma voz nova cantando algo inspirado em outra coisa que não seja o pop chiclete sem graça de hoje ou o saturado hip-hop. Afinal de contas, hoje em dia há espaço suficiente para todos, é o long tail nos permitindo ver alguma coisa diferente cá e lá. Não precisa dar o Grammy pra menina nem nada. É só entretenimento, pessoal.
E o que mais?
Mallu também é uma mocinha de estilo sem muito medo de arriscar coisas diferentes. Gosto de ver suas boininhas com cara de vovô, suas maquiagens divertidas, seus lencinhos amarrados no pescoço e a bermuda sequinha. Nos spots da MTV, ela apareceu de galochas com estampa xadrez e vestidinho branco sentada na cerca de uma fazenda. Eye-candy total! Acha pouco? Se você viu os spots da MTV onde ela mostra seus cadernos ou checar suas fotos no Myspace, vai perceber que sua veia artística não se restringe só à música. Mallu desenha, recorta e cola mil coisas, com o charme de uma criança talentosa. A inocência está na moda? Se está, então prepare-se para começar a ouvir falar mais ainda de Mallu Magalhães.

Ouça Mallu Magalhães cantando sua música Tchubaruba Final aqui:
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Repetirei a entrada do meu blog pessoal, pois merece ser lida e ouvida aqui também. E também porque eles são lindos, com suas cabeleiras loooongas… Bom, tanto ouvi e vi esse vídeo ultimamente que acabei pintando meus cabelos e unhas de preto, como o belo integrante da finanda banda Extreme. hehehe… Calma, eu não virei emo.
Esse vídeo me traz à mente um tempo em que tudo o que importava era um par de olhos verdes e uma canção num cd de rock. Os olhos verdes se foram. E a canção ficou. Como diria o Seu Madruga, “¡que tiempos aquellos!” E tem uma boa letra.
Olha eu de novo no podcast do Tutorial Pop! Desta vez, falando sobre os antigos sucessos da MTV e a nova programação de 2008. Modéstia à parte, essa edição está muuuuito melhor, imperdível! Clica aí embaixo e ouve nóis, vai…
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Eu não sou profunda admiradora do estilo da cantora Lilly Allen, apesar de considerar bastante corajosa aquela mistura de vestidinhos meigos com tênis. É uma combinação moderninha, mas não é todo mundo que banca, vale ressaltar.
Depois que a cantora perdeu alguns quilinhos, começou a ser ainda mais ousada em sua produções. Apesar de não acertar muito, temos que reconhecer e valorizar os esforços no campo minado da moda que Allen tem feito. E, para nossa sorte, o ditado “diga-me com quem andas e eu te direi quem és” nunca fez tanto efeito quanto agora. Allen é amissíssima de nada mais nada menos que a top mais top do momento: Agyness Deyn! Não sabe quem ela é? Por hora basta dizer que ela é a última coca-cola geladinha do deserto, o ser mais estiloso que pisou nas passarelas londrinas (e por que não dizer do mundo?) nos últimos tempos. Hein, Kate Moss? Kate quem?
Bom, dona Lilly Allen tem que levantar as mãozinhas pro céu e agradecer pela boa companhia. Só tá melhorando o visu. Adorei a combinação, com e sem meia-calça. E o que será que rolou com a meia-calça entre o início e o fim da balada, hein? Perguntas que não querem calar… Quem mais adorou o estilo da moçoila, põe o dedo aqui que já vai fechar.

Best friends forever = Best looks forever?

Com óculos, sem óculos, com meia ou sem meia… Produção sujinha nota 10.
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Eu! Sim! Euzinha, falando sobre música pop com os meninos do Tutorial Pop, onde eu dou as caras semanalmente. É a tosca estréia do TutorialCast, mais uma bizarrice no universo pop da blogosfera.
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Só pra quem ainda acredita no renascimento do meu amado blog, devo avisar que estou blogando por outras bandas também. Mas calma, o Sensorial Trip não morreu. Estamos em fase de reformulação!
Recentemente me juntei à equipe do Tutorial Pop, pra levar um pouco de estrogênio ao bando de machos.
E, em mais um projeto solo, abri o Zucchini’s, um blog/podcasting de música onde você pode realmente ouvir música, além de ler e ouvir algumas abobrinhas… Ainda estamos engatinhando, mas muito em breve as coisas começarão a ficar bem feitas.
Dando seqüência à minha lista de filmes para o Natal (e eu deveria ter dito “filmes para o mês de dezembro”, porque seguramente ninguém vai conseguir ver tantos filmes nos dias 24 e 25), tenho que começar este post avisando aos menos sensíveis que o próximo filme é um filme de amor. Um filme de amor e de Natal. Mas não é simplesmente um romance. É “Simplesmente Amor” mesmo.

Muito além de uma comédia romântica, “Simplesmente Amor” é um filme que fala de todos os tipos de amor: entre homem e mulher, entre irmãos, entre amigos, entre pais e filhos, etc. Toda vez que eu assisto esse filme, é como se eu recebesse uma overdose de amor. E amor no Natal realmente não pode faltar. Mas na realidade eu acabo vendo esse filme várias vezes no ano, pois é um dos filmes preferidos do meu pai. Todas as vezes em que ele está borocoxô, pra baixo, tristonho, ele coloca o dvd “Simplesmente Amor” e fica lá, alegremente emocionado. E essa cena acaba sendo mais legal de assistir do que as cenas do próprio filme.
O que faz “Simplesmente Amor” funcionar tão bem é, definitivamente, seu estilo pouco convencional. Não há uma história a ser contada, mas pelo menos umas sete ou mais. Todas entrelaçadas, interligadas e recheadas de amor. É uma comédia, mas é um filme sensível. É sensível, porém sem a pieguice de um romântico final feliz.
Outro trunfo a seu favor é o elenco. A história se passa em Londres e conta com um imenso elenco de estrelas britânicas, americanas e até mesmo brasileiras e portuguesas! Uau! É, meus caros, este é mais um filme em que o nosso lindo Rodrigo Santoro deu o ar da graça sem camisa. Eu não digo que essa seja a especialidade dele, pois o considero um bom ator, mas… ele cada vez faz melhor esse papel de descamisado, viu? Enfim, a coisa melhora pro Santoro neste longa, pois ele ganhou uma meia dúzia de falas e mais seriedade do que em “As Panteras”. Já a representante lusitana da película é Lucia Moniz, que apesar de não ser conhecida aqui em terras tupiniquins, é uma atriz/cantora famosa lá em Portugal. Além desses, o elenco conta com a presença estelar do sempre ótimo Hugh Grant, o charmoso Colin Firth, Emma Thompson, Laura Linney, Rowan Atkinson e muito, mas muuuuito mais.
Esse filme é gostoso de assistir o ano todo, mas em dezembro eu tenho certeza que é infalível. Dos mesmos criadores de “Quatro casamentos e um funeral”, “Um lugar chamado Nothing Hill” e “O diário de Bridget Jones”, o filme “Simplesmente Amor” também conta com uma trilha sonora que é um show à parte, recheado de clássicos como “White Christmas” por Otis Redding e emocionantes temas como “Both Sides Now”, da sensacional Joni Mitchell. Depois de assistir o filme algumas vezes, compre a trilha sonora e deixe no carro, para aqueles dias de chuva e trânsito em que você precisa de um afago no coração. Agora deixemos os preconceitos de lado, pois essa comédia romântica está longe de ser um filme de mulherzinha.
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Tem uma famosa música da Joni Mitchell, muito linda, que diz:
“Está chegando o Natal,
Eles estão cortando os pinheiros.
Estão colocando renas,
E cantando canções de alegria e paz.
Ah, eu queria ter um rio onde eu pudesse patinar pra longe.
Não neva aqui,
Continua bem verde.
Eu vou ganhar muito dinheiro
E vou deixar esse cenário louco pra trás.
Ah, eu queria ter um rio onde eu pudesse patinar pra longe.”
Acho que, assim como a Joni Mitchell, eu também fico meio frustrada quando chega o Natal e eu não vejo aquilo que o cinema americano sempre vendeu como a imagem natalina: neve branquinha, frio congelante, uma lareira e um pinheiro verdinho. Mas eu ainda gosto do Natal, sempre gostei, afinal eu sempre soube o verdadeiro sentido do Natal. Só que uma das coisas que eu gosto sobre os meus Natais é que eu sempre podia sentir o gosto do típico Natal americano pela televisão. Já reparou que sempre passam os mesmos filmes no Natal? Deve ser alguma espécie de tradição da rede Globo e do SBT, pois eles sempre passam os mesmos filmes. E isso não é necessariamente ruim. Durante minha infância colecionei mentalmente o que eu considero como alguns clássicos para as festas de fim de ano. E agora quero compartilhar com vocês aqui.
Começo a lista de filmes para o Natal com aquele que eu considero como um dos maiores clássicos do Natal de todos os tempos. Ok, você pode até rir, mas… pra sentir aquele clima natalino tem que ter “O Estranho Mundo de Jack” (The Nightmare before Christmas), do também estranho diretor Tim Burton. Ora, Tim Burton é aficcionado por filmes de terror, isso é fato. Então, se ele decide fazer uma animação “infantil” natalina, é óbvio que vai ser uma animação infantil natalina de… terror! Eu consigo me lembrar perfeitamente da sensação de medo e admiração que eu sentia durante o filme. Aquele esqueleto que odiava o Natal e metia medo nas criancinhas… é um negócio tão absurdamente anti-clima-de-natal que eu sinceramente não sei como pode dar tão certo. Mas dá! E suas musiquinhas natalino-sinistras fazem do desenho uma verdadeira obra-prima do Tim Burton, ao melhor estilo musical Disney de ser.
Bom, pra resumir, a história é a seguinte: O pessoal do país do Halloween resolve que vai seqüestrar Papai Noel e tomar o Natal. Isso tudo liderados pela crise existencial do caveiroso Jack Skellington, o rei das abóboras, que anda sentindo falta de algo mais em sua vida, apesar de todo o sucesso do seu Halloween. O mais legal: é todo feito em stop-motion (fotografando os bonecos de massinha quadro a quadro)! Enfim, acho que é um filme pra crianças grandes e pequenas, que sempre me faz sentir bem nos últimos dias do ano.

Pra dar uma melhorada no clima por aqui e ainda sentir um gostinho meio natalino (porque essa música sempre me passa um clima de natal), resolvi adicionar uma trilha sonora pro blog, assim vocês podem aguçar os sentidos enquanto lêem os posts. Repara na coluna lateral, você vai ver a ferramenta do Sonific lá. Pra inaugurar, a sensacional e perfeita Dinah Washington, cantando “Dream”. Merry Christmas, everybody.

