Já estamos alcançando o final de Novembro. Já já é Natal. Mas já?
Aqueça os motores lendo minhas recomendações (do ano passado) dos melhores filminhos pra se ver no Natal.
Talvez, se eu me sentir mais animada natalisticamente falando, escreverei a parte 5.
Por enquanto, só Merry Christmas everybody…
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Tá todo mundo falando, todo mundo comentando as estréias dessa semana na Warner e na Sony! Eu comemorei a estréia de 90210 (hoje, by the way), apesar de eu já estar adiantada em 8 capítulos (obrigada, Deus, pela internet!) que já passaram lá na terrinha do tio Sam.
Tem gente também entusiasmadíssima pela volta de Gossip Girl, com sua segunda temporada apimentada e all dressed up. Eu nunca consegui assistir um episódio inteiro de Gossip. Sei lá, acho que me irrita um pouco aquela síndrome de The O.C. (filhos de 15 com cara de 25 e pais de 45 com cara de 35), sem falar que a pimenta que tempera Gossip Girl pra mim não cola tanto. Muito menos colaram os figurinos da primeira temporada, que eu espiei vez ou outra. Mas dessa vez, os últimos episódios da primeira e os teasers da segunda temporada me colocaram a pulga atrás da orelha. Teria eu subestimado a ex-assistente de Pat Field como figurinista de Gossip? É, acho que sim. Então me programei pra colar os olhos nessa estréia hoje. E, dito e feito: nada de decepção. Figurinos fofos, meio clichês às vezes, mas bem rebuscados e estilosos. Tinha um quê de Pat Field no ar, a figurinista aprendeu bem. Destaques pra Blair, Serena e Chuck, que sempre ganham figurinos mais over , e acho que justamente por isso eles se destacam em estilo. Nem sempre menos é mais.

Blair, de volta e estilosa, frente e verso!
E, tenho que admitir, elas são lindinhas demais. Ai, como é bom ser adolescente na tv…
Lindinha também é a galera do elenco novo de 90210. O novo Brandon (que agora chama Dixon) é um charme, assim como o novo Dylan, tão pouco carismático quanto o velho Dylan. E ele até tem umas entradas na testa, mas é de leve… Mais Dylan que isso, só se tivesse o mesmo estilo bad boy de se vestir. E não tem, o que é uma pena. Os rapazes da série não são de NY, são de Hollywood, né? Não dá pra esperar que eles façam o estilo Gossip Girl de ser.

E vocês achavam que só o Dylan tinha aquelas entradas, né? Que nada, Ethan logo logo chega lá…
Já as meninas estão em pé de igualdade. Cada uma mais lindinha que a outra, andando pelos corredores da High School em saltos meia-pata que vão de Chanel pra cima e além. Mas uma coisa me chamou a atenção… Sei lá, acho que é porque eu não tenho assistido muita televisão ultimamente, acho que estou ficando velha e perdendo os referenciais e padrões de beleza adolescente do momento (até pouco tempo eu nem sabia quem eram os Jonas Brothers e me orgulho disso!), mas eu achei todas as meninas tão… MAGRINHAS. Tudo bem, elas teriam teoricamente 15 anos de idade, mas… elas são tão fininhas que às vezes dá medo de bater um ventinho e levar uma delas. Abro uma exceção aqui para a loira fenomenalmente encaracolada que é AnnaLynne McCord (interpretando Naomi), com seu corpinho mais saudável.

Tá pensando o quê, ser a nova Brenda exige este corpinho, meus caros…

E o oscar de melhor vestido vai para a velha Brenda, floral com bolsinhos! Ai, que coisa LINDA!

Sósia da Tiffany Thiessen depois de um ano tomando só shake da Herbalife. E não é que parece mesmo?

Ai, como é duro ser linda, loira, encaracolada e ainda ser a mais “encorpada” da série… Go, new Kelly!

Juro, preciso de uma dessas na minha vida. Uma diva nunca estará completa sem sua banheira. Nada daquelas hidromassagens com cara de motel, não! Banheira de diva tem que ser banheira vitoriana, banheira eduardiana… a dica é vir adjetivada com o nome de algum fulano real, aí você sabe que está no caminho certo.

Viveu mesmo? Eu vivi uma parte dele, não vou mentir… Mesmo que você não tenha vivido toda a década, com toda essa onda de revival dos anos 80 na moda, é difícil esquecer essa “década perdida”. A Imaginarium lançou uma coleçãozinha inspirada na década, chamada “Eu amo anos 80″, cujas camisetas e moletons tem estampa baseada nos jogos de Atari! E ficou lindo! Minha peça favorita é o cachecol, um must-have. Confira algumas delas abaixo, com destaque para a cueca com desenho de joystick, escrito “Do you wanna play?”. Impagável!




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Repetirei a entrada do meu blog pessoal, pois merece ser lida e ouvida aqui também. E também porque eles são lindos, com suas cabeleiras loooongas… Bom, tanto ouvi e vi esse vídeo ultimamente que acabei pintando meus cabelos e unhas de preto, como o belo integrante da finanda banda Extreme. hehehe… Calma, eu não virei emo.
Esse vídeo me traz à mente um tempo em que tudo o que importava era um par de olhos verdes e uma canção num cd de rock. Os olhos verdes se foram. E a canção ficou. Como diria o Seu Madruga, “¡que tiempos aquellos!” E tem uma boa letra.
Ok, enquanto nós estamos aquecendo nossos motores pro outono/inverno, no hemisfério norte as coisas também estão começando a aquecer. Literalmente: logo logo será primavera/verão. No final de Janeiro já era possível ver em Londres algumas vitrines com ares primaveris, assim como no início de fevereiro já era possível ver algumas vitrines com ares invernais aqui na Capital Federal. Mas aqui em Brasília isso é simplesmente nonsense, pois não existe inverno.
Para contribuir com o nosso aquecimento (não o global, obviamente), abaixo seguem algumas fotos da campanha de inverno 07/08 da Stradivarius, uma marca espanhola do poderoso grupo Inditex (dona da Zara, Bershka, etc…). É uma das minhas preferidas e que fez um inverno bem divertido, bem comercial, bastante focado nas tendências européias, porém com um frescor juvenil urbano de fazer inveja a qualquer H&M da vida. Ah, eu adoro fast-fashion…
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É batata: todo final de ano a Globo exibe na sessão da tarde, na tela quente, na sessão de sábado, no domingo maior e no supercine o super clássico natalino “Esqueceram de Mim”. Quando a animação é muita, eles colocam o “Esqueceram de mim 2 – perdido em Nova York” também. Mas, como toda seqüência de filme, nunca é tão boa quanto a primeira. Afinal de contas, como é possível alguém esquecer o filho pentelho sozinho de novo, depois de toda a confusão no primeiro filme? Só Hollywood mesmo. E a gente ainda acredita.
De cara, você vai dizer: “Aaaah, não! Pelo amor de Deus, esse filme de novo NÃO!” Claro, porque as primeiras 267 vezes foram engraçadas, mas não é por isso que você arriscaria mais uma 268ª vez, correto? Errado. Pois eu digo que esse é um dos poucos filmes de Natal em que não importa a quantidade de vezes que você assista, o efeito no seu cérebro ainda é o mesmo. Chega a ser sinistro isso, hein? Hehehe.
Nem preciso dizer do que se trata a história, né? A família imensa do Macauley Culkin esquece o moleque pentelho em casa quando saem apressados pra viajar no Natal. A família toda vai pra Paris (ui! que bom ser gringo e rico!) e o loirinho fica em casa, sozinho. Claro que, quando ele se vê sozinho em casa, acha que é um milagre de Natal. E aí é pano pra manga suficiente pra muita confusão. Acho que os americanos chamam esse tipo de filme natalino de “feelgood movie”. Filme pra se sentir bem. É, eu acho que deve ser isso mesmo. No final das contas, é bom saber que não nos abandonariam sozinho, e que a mamãe está vindo nos buscar pro Natal. E rir faz bem. É uma boa pedida natalina. Nem precisa alugar, é só deixar a tv ligada na Globo durante o mês de dezembro e esperar.
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Tem uma famosa música da Joni Mitchell, muito linda, que diz:
“Está chegando o Natal,
Eles estão cortando os pinheiros.
Estão colocando renas,
E cantando canções de alegria e paz.
Ah, eu queria ter um rio onde eu pudesse patinar pra longe.
Não neva aqui,
Continua bem verde.
Eu vou ganhar muito dinheiro
E vou deixar esse cenário louco pra trás.
Ah, eu queria ter um rio onde eu pudesse patinar pra longe.”
Acho que, assim como a Joni Mitchell, eu também fico meio frustrada quando chega o Natal e eu não vejo aquilo que o cinema americano sempre vendeu como a imagem natalina: neve branquinha, frio congelante, uma lareira e um pinheiro verdinho. Mas eu ainda gosto do Natal, sempre gostei, afinal eu sempre soube o verdadeiro sentido do Natal. Só que uma das coisas que eu gosto sobre os meus Natais é que eu sempre podia sentir o gosto do típico Natal americano pela televisão. Já reparou que sempre passam os mesmos filmes no Natal? Deve ser alguma espécie de tradição da rede Globo e do SBT, pois eles sempre passam os mesmos filmes. E isso não é necessariamente ruim. Durante minha infância colecionei mentalmente o que eu considero como alguns clássicos para as festas de fim de ano. E agora quero compartilhar com vocês aqui.
Começo a lista de filmes para o Natal com aquele que eu considero como um dos maiores clássicos do Natal de todos os tempos. Ok, você pode até rir, mas… pra sentir aquele clima natalino tem que ter “O Estranho Mundo de Jack” (The Nightmare before Christmas), do também estranho diretor Tim Burton. Ora, Tim Burton é aficcionado por filmes de terror, isso é fato. Então, se ele decide fazer uma animação “infantil” natalina, é óbvio que vai ser uma animação infantil natalina de… terror! Eu consigo me lembrar perfeitamente da sensação de medo e admiração que eu sentia durante o filme. Aquele esqueleto que odiava o Natal e metia medo nas criancinhas… é um negócio tão absurdamente anti-clima-de-natal que eu sinceramente não sei como pode dar tão certo. Mas dá! E suas musiquinhas natalino-sinistras fazem do desenho uma verdadeira obra-prima do Tim Burton, ao melhor estilo musical Disney de ser.
Bom, pra resumir, a história é a seguinte: O pessoal do país do Halloween resolve que vai seqüestrar Papai Noel e tomar o Natal. Isso tudo liderados pela crise existencial do caveiroso Jack Skellington, o rei das abóboras, que anda sentindo falta de algo mais em sua vida, apesar de todo o sucesso do seu Halloween. O mais legal: é todo feito em stop-motion (fotografando os bonecos de massinha quadro a quadro)! Enfim, acho que é um filme pra crianças grandes e pequenas, que sempre me faz sentir bem nos últimos dias do ano.

Pra dar uma melhorada no clima por aqui e ainda sentir um gostinho meio natalino (porque essa música sempre me passa um clima de natal), resolvi adicionar uma trilha sonora pro blog, assim vocês podem aguçar os sentidos enquanto lêem os posts. Repara na coluna lateral, você vai ver a ferramenta do Sonific lá. Pra inaugurar, a sensacional e perfeita Dinah Washington, cantando “Dream”. Merry Christmas, everybody.

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Tem uma ferramenta muito interessante no WordPress, chamada de “Termos de motor de busca”, que basicamente quer dizer “o que as pessoas digitam no google antes de cair aqui no blog”. É uma coisa muito engraçadinha, pra ser sincera.
Se meu blog falasse só de pornografia, provavelmente não teria tantos acessos quanto tem hoje. Pasmem, mesmo não falando de sexo, de todos os termos que as pessoas digitaram no google antes de clicarem no meu blog, “sexo oral” liderou os termos em 6 dos 7 dias! Ou seja, 90% das pessoas que visitam acidentalmente o meu blog não estão exatamente interessadas em ler o conteúdo dele. E sim em sexo oral! Oh, céus. Será que se eu começar a realmente escrever sobre isso as visitas triplicam? Que bizarro! Na realidade, eu nunca nem cheguei a falar sobre sexo aqui. Não que eu seja contra o assunto (ha-ha, longe de mim!), mas simplesmente não veio à tona. Quando fui pesquisar nos arquivos, as visitas são todas por causa de uma menção que fiz ao péssimo filme Brown Bunny, em que a atriz Chloë Sevigny fez uma cena de sexo oral no ator/diretor do filme, totalmente dispensável. Ou seja, na única vez em que comentei sobre sexo oral aqui, eu nem recomendando estava… E, mesmo assim, as pessoas clicam e entram aqui no blog! Claro, depois de verem do que realmente se trata, nunca mais voltam, provavelmente. Hehehe…

No segundo lugar do ranking de bizarrices que trouxeram os leitores até aqui na última semana, ficou nada mais nada menos que… Britney Spears! Olha só, eu mencionei a doidivanas Britney somente uma vez aqui no blog, se não me falhe a memória, e até hoje ela me rende algumas dezenas de visitas diárias. Será que ninguém cansa dessa mulher? Ainda há o que falar? Tudo bem, tudo bem… Eu sei que aquela apresentação no VMA’s realmente deu muito o que falar. E foi de dar dó! Mas nós vivemos nessa agonia espetacular de saber sempre da vida dela, acompanhando cada foto de paparazzi como se fosse o último episódio da temporada de Malhação! Cruel, né? Não é à toa que a ex-princesinha do pop farofa perdeu a noção do ridículo.

Pronto, acho que agora essa foi a primeira vez em que eu realmente escrevi alguma coisa sobre Britney Spears e sobre sexo oral, diretamente mesmo. Peraí… Britney Spears e sexo oral no mesmo post??? Isso sim vai render um milhão de visitas na semana que vem!!! Fiquemos no aguardo.
Para causar arrepios, lágrimas, reflexões… Nada mais pode causar tantas viagens sensoriais quanto a poesia. E nisso, Drummond é especialista.

Memória
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.
O chão é cama
O chão é cama para o amor urgente
amor que não espera ir para a cama.
Sobre o tapete ou duro piso, a gente
compõe de corpo e corpo a úmida trama.
E para repousar do amor, vamos à cama.
Poema da necessidade
É preciso casar João,
é preciso suportar, Antônio,
é preciso odiar Melquíades
é preciso substituir nós todos.
É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana.
É preciso estudar volapuque,
é preciso estar sempre bêbado,
é preciso ler Baudelaire,
é preciso colher as flores
de que rezam velhos autores.
É preciso viver com os homens
é preciso não assassiná-los,
é preciso ter mãos pálidas
e anunciar O FIM DO MUNDO.
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Fashion e Trashy ao mesmo tempo?!! Só poderia ser um filme oitentista! Tudo bem, esse filme foi lançado em 1990, mas pode sim ser considerado um oitentista, já que foi filmado em boa parte durante o final da década de 80. Um cláááássico da Sessão da Tarde, é tão ruim que é bom. Sob o título em português de “Vivendo um conto de fadas”, o filme Stroke of Midnight (também conhecido por If the shoe fits) é uma adaptação modernosa do conto de fadas mais batido de todos os tempos: Cinderela.
Sim, e apesar de existirem umas trezentas adaptações cinematográficas da história de Cinderela (incluindo algumas pérolas como Uma Linda Mulher e Para Sempre Cinderela), essa versão do pouco conhecido diretor televisivo Tom Clegg inova ao mergulhar o conto de fadas no mundinho da moda, mais exatamente no epicentro fashion do globo: Paris.
Então a história fica assim: A Cinderela é Kelly Carter, uma camareira de desfiles durante o dia e uma talentosa aspirante a designer de sapatos durante a noite. Apesar de trabalhar para o estilista mais hype do momento, a mocinha nunca conseguiu mostrar seu trabalho para ninguém, até que uma misteriosa mulher cruza seu caminho e acrescenta poderes mágicos a uma de suas criações, um sapato que obviamente não é de cristal. Toda vez que Kelly calça o sapato, ela vira uma beldade sensacional. Na verdade, é só uma questão de um pouco de maquiagem e gel no cabelo, mas… vocês sabem, filme é filme! Use sua imaginação, é só entretenimento mesmo.
Quem faz o papel da gata borralheira Kelly Carter é Jennifer Grey, a eterna Baby de Dirty Dancing e a chata irmã mais velha de Ferris Bueller em Curtindo a vida adoidado. Jennifer exala carisma como em todos os seus filmes, o que torna nossa empatia pela mocinha quase que instantânea. Mas isso também não quer dizer que sua atuação seja digna de Oscar, obviamente.
Já o nosso príncipe encantado não poderia ser mais perfeito: Rob Lowe, jovem e lindo (!!!), interpretando o poderoso Francesco Salvitore. Sua atuação exagerada e canastrona poderia ser um problema, mas não chega a atrapalhar. Pelo contrário, acho até que ajuda na atmosfera caricata do filme. E a escolha não poderia ser mais acertada para um conto de fadas: um homem liiiiiiindo, riquíssimo, dono da grife mais quente do momento em Paris, que entende tudo de roupas femininas e ainda é hétero? Só poderia ser o Príncipe Encantado mesmo. Realmente, não poderia haver personificação moderna melhor para um príncipe encantado do que um poderoso designer de moda.
E assim o filme funciona super bem, como o que se propõe a ser: uma comédia romântica (mais comédia do que romântica) cheia de figurinos extravagantes. Justo aqueles figurinos que nos fazem morrer de vergonha dos anos 80, mas também justo aqueles que fazem do lixo oitentista pérolas cinematográficas, perfeitas para a boa e velha sessão da tarde.
Clique na imagem abaixo para conferir o trailer do filme.
Ps.: E por falar em Jennifer Grey, só muito recentemente fiquei sabendo que a atriz resolveu fazer uma plástica no nariz em 1989, o que não deu muito certo e ela teve que fazer outra em 1992. Depois da segunda plástica, Jennifer ficou completamente irreconhecível. Dizem as más línguas que foi isso que acabou com a carreira da moça. Afinal de contas, você diria que esta moça é a Baby???
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Eles tem estilo. E talvez não só musicalmente falando. Mesmo que seja meio complicado definir esse estilo, vamos optar pelo básico e dizer que é rock alternativo mesmo. Cake é uma banda que toca rock recheado com trompete e adornado pela voz que muitas vezes recita ao invés de cantar as letras. E por saberem misturar tudo de uma vez no liquidificador, para o Cake eu tiro meu chapéu. Chapéu de cowboy, claro. A banda é, certamente, responsável pelo cover mais legal de I Will Survive da história da música.
Um fato interessante. O pessoal do Cake, mais especificamente o vocalista John McCrea, é a favor de que não se faça mais roupa no mundo. Diz McCrea que já há roupas suficientes no mundo e que deveríamos começar a comprar em brechós. Eu adoro a idéia do brechó, juro. Mas e quando as roupas começarem a ficar puídas? Ummm… creio que isso não daria certo.
Mas se fosse para ser uma campanha, acho que eu apoiaria. Temos mesmo é que comprar roupa em brechó. Nada mais bacaninha do que ser vintage. E nesse mesmo sentimento vintage, trago um clip com cheiro de naftalina dos anos 90. Cake, em Never There, single do terceiro de seis álbuns da banda.
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Eu sei que eu disse que estava com bloqueio criativo. De certa forma, ainda estou. Mas algumas coisas despertam a gente da inércia, aí dá vontade de escrever alguma coisa. Na realidade, eu nem escreveria, caso meu domínio do espanhol fosse maior do que é no momento. Mas como meu espanhol ainda não passa muito do esforçado “¿hola, qué tal?”, resolvi desabafar em bom português.
Veja bem, estou fazendo aulas de espanhol durante essas férias. E, para variar, eu sou provavelmente a figura mais estranha dentro da classe. Não que eu não esteja acostumada com o fato, pois quando se lida com moda, isso acontece e muito. Quando contei em que área me formei, foi bem sonoro: “Aaaah… faz sentido, bem que eu percebi você toda diferente…” Anyway, ser igual realmente já não me atrai há tempos. E claro que somos todos figuras interessantes e diferentes na classe, mas visualmente falando… talvez meus cabelos pintados, minhas leggins e vestidos coloridos me denunciem como pouco ortodoxa. Imagine se eu já tivesse feito as tattoos que tanto gostaria!
Bom, diferenças à parte, essas últimas semanas se transformaram para mim em uma experiência fabulosa, não só pelo conhecimento da língua, mas pelas pessoas interessantes que pude conhecer. Muita gente divertida, inteligente, determinada, hilária, amável, etc, etc. A própria professora, uma paraguaya adorável, é merecedora de boa parte dos elogios.
Geralmente, eu gosto de pessoas. As pessoas em geral. O ser humano, que seja. Não sou criatura das mais sociáveis, mas também não faço tão feio no quesito. E ser relacionável pode ser delicioso, mas ninguém nunca é fácil. Principalmente quando se é uma figurinha… “diferente”, eu diria. Mesmo que todos fôssemos iguais, ainda assim seria sôfrego boa parte das vezes, pois ser humano que se preze sempre arranja uma desculpa pra uma briguinha, uma discussão, ou qualquer coisa que possa resultar em uma tertúlia. Na minha classe de espanhol não poderia ser diferente.
Num jogo proposto pela professora para fins didáticos (obviamente), sorteamos profissões em espanhol para cada um dos alunos. A idéia era: estamos dentro de um balão e alguém precisa pular, pois está muito pesado. Baseado na profissão da pessoa, vamos ter que escolher quem pula. E nós teríamos que gastar todo o nosso latim, quer dizer, o nosso espanhol, para convencer os outros de como nossa presença no balão era necessária.
Minha profissão no sorteio foi Massagista. Nada contra os massagistas (aliás, nada contra e tudo a favor, pois eu amo massagem!), mas eu sabia que não ia dar outra: eu ia ter que pular. Qual foi a minha surpresa, quando no outro grupo (eram dois balões) uma outra aluna sorteou a profissão de Modista. E sabe lá Deus o que eles realmente querem dizer por modista hoje em dia, já que para a maioria das pessoas não passamos de desenhistas e costureiros. Triste, porém real. Mas o fato é que havia uma modista no balão. E ela também sabia que iria pular, coitada.
Bom, eu nem precisei suar muito nas minhas justificativas para ficar no balão. Tinha uma vidente no balão. E até ela preveu sua queda. Acabei ficando no balão. Mas no outro balão, a modista não se salvou. E as justificativas, apesar de concretas, foram cruéis. “Moda é coisa de patricinha”. “Moda é coisa de gente superficial”. Coisas desse tipo não tardaram em ressoar pela sala. E eu, em defesa da classe, tentei explicar com o espanhol mais tosco da face da terra que as coisas não eram bem assim, que moda era uma coisa não somente importante, como é uma das faces da Arte. E eu voltava a escutar comentários compreensivelmente ignorantes. Aí não rolou: la sangre española falou mais alto nas minhas veias e comecei a falar em português, indignada com o fato de pessoas que se vestem todos os dias para ir trabalhar e pessoas que dizem adorar e comprar sapatos compulsivamente soltarem frases como “moda não é importante” ou “moda é coisa para patricinha fazer”. Mas como as conversas em português nunca duram na sala, logo eu deixei de lado a tertúlia e me concentrei novamente nos pronomes possessivos.
A unanimidade é burra. Certo, isso todos sabemos. Nem pretendo que todos entendam as coisas da mesma forma que eu. E eu entendo que a minha área esteja realmente cheia de pessoas pouco preocupadas em divulgar o sentido artístico da moda e da estética. A preocupação é mesmo a de ganhar dinheiro e escravizar a partir de tendências. Mas isso é tão pequeno, se olharmos para a imensidão da indústria de moda, os milhões de empregos e pessoas que fazem chegar até você o que quer que seja que você esteja vestindo agora. E nem vou mencionar as grandes e geniosas mentes artistas do século passado, de Chanel, Dior a Balenciaga e outros mais, que revolucionaram o estilo de vida da sociedade ocidental, trazendo a funcionalidade e a estética necessária à época.
É uma pena não termos memória. Mas tudo bem, tenho que ser compreensiva. Desabafei, agora é bola pra frente. De volta aos estudos, muchachos.
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Acho que o mundo da música está passando por um momento meio nostálgico. Nada de muito inovador acontece no cenário musical atual, então a gente acaba querendo reviver os bons e divertidos momentos do passado. É fácil perceber, todos os artistas atuais bebem da fonte de algumas estrelas das últimas décadas. Em alguns casos, descaradamente, como Justin Timberlake enche a cara de Michael Jackson e Prince, e ainda se acha o último biscoitinho do pacote por causa disso…
Mais do que se inspirar em sons do passado, tem muita gente do passado que resolveu voltar à ativa. Pode ser um up na carreira, definitivamente. Exemplo é a volta do The Police. Depois de uma longa espera, os fãs puderam pirar ao som de Roxanne novamente, na cerimônia do Grammy em fevereiro. Outro que “voltaria à ativa” é o Prince. Coloco entre aspas porque, na realidade, os fãs de verdade sabem que ele nunca parou de trabalhar e lança cds quase que anualmente. Mas já faz tempo que deixou a mídia e as paradas de sucesso. Seu retorno triunfal veio com o show no intervalo do Superbowl americano, o mais assistido de toda a história do Superbowl, diga-se de passagem. O artista cantou antigos sucessos e levou a multidão à loucura com Purple Rain. Acho que a música dos anos 80 nunca esteve tão em alta desde a própria década de 80. É divertido revisitar o passado, principalmente quando hoje não toca nada empolgante nas rádios.

A feliz volta de The Police no Grammy Awards 2007.

O eletrizante show de Prince durante o intervalo do Superbowl. Que retorno!
Vinda de um passado mais recente, a princesinha do pop Britney Spears virou a rainha da baixaria, casou-se, teve filhos, divorciou-se, embebedou-se (muito, aliás), raspou a cabeça e virou adepta das perucas. Agora ela também quer voltar aos palcos. Claro, por que não?! Afinal de contas, se tantos artistas estão voltando, por que a antiga realeza-farofa do pop não pode ter uma segunda chance também? Na pior das hipóteses, vai ser divertido, bom pra dar umas risadas…

E antes de haver Britney Spears, o ídolo das massas adolescentes era nada mais nada menos que… Spice Girls! É, eu me lembro, até pela minha pouca idade (haha), de como as defensoras do Girl Power espalharam suas plataformas imensas, seus figurinos de gosto duvidoso e sua música chiclete pelo mundo todo. Até pirulito das Spice Girls tinha. E, num momento à la Beatles, até filme teve. Farofa demais pra você agora? Pois é, mas elas estão voltando!!!

Depois de muitos anos separadas e engajadas em carreiras-solo que nunca deveriam ter acontecido, as verdadeiras garotas super poderosas estão de volta, prometendo uma tour mundial! Eu sei, isso pode soar como a pior notícia dos últimos tempos. Mas na realidade vai ser bem divertido, e ainda vamos salvar nossos ouvidos de ouví-las cantando suas xaropes musiquinhas de carreira-solo. Vamos reunir as Spice Girls novamente para que elas façam aquilo que elas realmente sabem fazer: quase nada, porém unidas, chacoalhando os corpinhos e fazendo a bagunça musical que entretém as massas!

Se elas vierem ao Brasil, milhares de moças adultas (antes adolescentes especialistas em cover das Spice – eu sei, eu também brincava de ser spice girl…) vão surtar. A pergunta que não quer calar: Será que as Spice Girls vão adotar o visual de antigamente??? Pelas fotos, a gente nota que o tempo realmente não perdoa… Aguardemos, conferindo o divertido vídeo abaixo, onde elas anunciam a volta do grupo.
