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Eu sempre me considerei uma pessoa de cabeça aberta, moderna, com alguns princípios tradicionais, porém nunca retrógrada. E hoje dei de cara com uma notícia que me fez rever meus conceitos:
Mallu Magalhães e Marcelo Camelo assumem namoro
Claro, eu concordo que o amor não tem idade. Mas pera aí! Pra começo de conversa, o ex-Los Hermanos com essa super barba tipo “simpatizo com o Bin Laden” só faz ressaltar mais seus 30 anos na cara. E eu sempre achei que os caras fizessem um som maduro (tirando o hit Ana Júlia), pelo menos meus amigos que curtem Los Hermanos são sempre aqueles perto dos trinta, inteligentes e maduros. Aí vem o líder da banda e assume um namoro com a Mallu Magalhães, de 15 aninhos, considerada um prodígio pela sua POUCA IDADE, que ainda gosta de colorir e fala coisas dignas de minhas primas de 12 anos de idade. Nada contra Mallu, ela é uma gracinha, mas isso é muito… estranho. Ainda se ela fosse aquele tipo de adolescente super desenvolvido fisicamente que eu vejo pelos colégios de hoje em dia (todas com peitão, bundão e cara de 20), eu até conseguiria entender melhor. Mas não! A Mallu tem aquela carinha e jeitinho infantil característico. Se isso é atraente pra um homem de trinta, então eu só tenho uma coisa a dizer: ECA! Isso fede a pedofilia, infelizmente.
Maaaas… como o mundo já tá de cabeça pra baixo mesmo… aposto que tem fã que vai adorar! Hehehe…
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É até comum que queiramos fazer todos os gostos do amado quando estamos apaixonadas, né? A gente veste a roupa que eles gostam, da cor que eles gostam mais… E, com o tempo, o convívio nos torna mais próximos em gostos e até mesmo um pouco parecidos fisicamente. Mas tem casal que vive a coisa mais… digamos… intensamente. É tanto amor (ou coisa parecida) que algumas namoradas chegam a anular seu próprio estilo e viram a versão feminina do amado.

Evan Rachel Woods antes de Marilyn Manson cruzar seu caminho.
Por exemplo, se você é a namorada do Marilyn Manson, pode ir esquecendo aquele fim de ano pegando um bronze numa praia de Cabo Frio. O negócio é adotar o bronzeado pálido do cantor, pintar o cabelo de preto como o cantor e começar a vestir preto… como o cantor! A atriz Evan Rachel Wood, de apenas 21 aninhos desistiu de seu look loirinha para aderir ao mesmíssimo estilo burlesco-das-trevas de Dita Von Teese, também ex de Marilyn Manson. Cada louco com sua mania, né? Medo.

Um doce pra quem acertar quem é a Evan e quem é a Dita.
Nesse clima de vestir-se para o amor, Paris Hilton também começou a andar à imagem e semelhança do amado. Desde que começou a namorar Benji Madden, da banda de rock Good Charlotte, Paris começou a adotar peças mais grunge e com um certo rock feeling em seu guarda-roupa. Ela, que sempre foi famosa por seu estilo glamuroso over a qualquer hora do dia, agora desfila pelas ruas fazendo compras com o namorado roqueiro em looks que com certeza poderiam ser usados pela dumpster dressing Mary Kate Olsen. Agora, se essa mudança é boa ou não, aí paira a pergunta no ar…


A vida era mais glamurosa e charmosa quando Paris saía às compras usando lindamente um vestidinho Missoni ou um longo branco esvoaçante. Chic!


Agora ela sai assim, pra não destoar do amado…
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Repetirei a entrada do meu blog pessoal, pois merece ser lida e ouvida aqui também. E também porque eles são lindos, com suas cabeleiras loooongas… Bom, tanto ouvi e vi esse vídeo ultimamente que acabei pintando meus cabelos e unhas de preto, como o belo integrante da finanda banda Extreme. hehehe… Calma, eu não virei emo.
Esse vídeo me traz à mente um tempo em que tudo o que importava era um par de olhos verdes e uma canção num cd de rock. Os olhos verdes se foram. E a canção ficou. Como diria o Seu Madruga, “¡que tiempos aquellos!” E tem uma boa letra.
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Eu demorei pelo menos uns sete anos da minha vida para começar a entender essa mulher, a Björk. Eu demorei pelo menos sete anos da minha vida para descobrir que ela era muito mais do que uma doida que se vestia de cisne na cerimônia do Oscar. Eu demorei pelo menos sete anos da minha vida para captar e entender a sensibilidade e a intensidade na excentricidade daquela voz pouco convencional. Eu demorei sete anos para sentar no sofá e gastar duas horas do meu precioso tempo assistindo o filme em que ela atuou e cantou, e me acabar de chorar do início ao fim. Demorei sete anos pra ficar totalmente encantada com a poesia que seu feioso sotaque em inglês produz. E agora, quando eu finalmente me rendi aos encantos da música alternativa e experimental da islandesa Björk, ela decide vir ao Brasil. Mais oportuno, impossível.
Na realidade, eu ainda estou começando a conhecer todo o excêntrico universo de cores e sons da Björk. Não sei se ainda estou preparada pra encarar um show da Björk, talvez eu devesse ser mais fã. Ah, mas quem é que precisa ser fã realmente pra curtir um show? Fato é que a cantora está vindo pro Tim Festival, em outubro. E está causando o maior rebuliço nos muitos alternativos que a amam. Eu, que não moro nem São Paulo nem no Rio e nem em Curitiba, já comecei a cogitar a idéia de ir ao Tim Festival conhecer a musa de perto. Tenho fontes seguras que afirmam que Björk ao vivo é ainda mais incrível do que em cd.
O chato é que comprar ingresso para o Tim Festival sai os olhos da cara. O evento acontece entre os dias 25 e 31 de outubro, em quatro capitais: Rio de Janeiro, Curitiba, Vitória e São Paulo. Além da Björk, algumas outras atrações são super aguardadas, como a banda Juliette and The Licks (atriz que já foi até namorada do Brad Pitt e agora segue carreira como diva do rock), Cat Power, Artic Monkeys, The Killers e a dama do jazz Cecil Taylor, de 78 anos de idade. Amanhã começa a venda dos ingressos. Se eu resolver que devo sim ir ver minha nova e intrigante musa, então terei que decidir se vou pra São Paulo, Rio ou Curitiba. Se eu for pra Sampa, o ingresso da noite em que Björk se apresentará custa R$ 200,00, a pista. Se eu for pro Rio, o preço cai pra R$ 180,00. Agora, caso eu me arrisque em terras mais ao sul, pagarei R$ 60,00 pra ver Björk em Curitiba! Bastante convidativo, né? O ruim é que eu só tenho estadia de graça em São Paulo. E também ainda não achei ninguém que queira ir pro show da Björk comigo, muito menos em Curitiba. E agora? Ir ou não ir, eis a questão. Enquanto a gente pensa… que tal assistir um lindo vídeo com uma das minhas favoritas, Pagan Poetry? Aviso a quem tem estômago fraco: cenas de perfuração da pele. Ah, e também vez ou outra os peitos da Björk dão o ar da graça. Mas o vídeo é lindo, arte pura.
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Eles tem estilo. E talvez não só musicalmente falando. Mesmo que seja meio complicado definir esse estilo, vamos optar pelo básico e dizer que é rock alternativo mesmo. Cake é uma banda que toca rock recheado com trompete e adornado pela voz que muitas vezes recita ao invés de cantar as letras. E por saberem misturar tudo de uma vez no liquidificador, para o Cake eu tiro meu chapéu. Chapéu de cowboy, claro. A banda é, certamente, responsável pelo cover mais legal de I Will Survive da história da música.
Um fato interessante. O pessoal do Cake, mais especificamente o vocalista John McCrea, é a favor de que não se faça mais roupa no mundo. Diz McCrea que já há roupas suficientes no mundo e que deveríamos começar a comprar em brechós. Eu adoro a idéia do brechó, juro. Mas e quando as roupas começarem a ficar puídas? Ummm… creio que isso não daria certo.
Mas se fosse para ser uma campanha, acho que eu apoiaria. Temos mesmo é que comprar roupa em brechó. Nada mais bacaninha do que ser vintage. E nesse mesmo sentimento vintage, trago um clip com cheiro de naftalina dos anos 90. Cake, em Never There, single do terceiro de seis álbuns da banda.
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Acho que o mundo da música está passando por um momento meio nostálgico. Nada de muito inovador acontece no cenário musical atual, então a gente acaba querendo reviver os bons e divertidos momentos do passado. É fácil perceber, todos os artistas atuais bebem da fonte de algumas estrelas das últimas décadas. Em alguns casos, descaradamente, como Justin Timberlake enche a cara de Michael Jackson e Prince, e ainda se acha o último biscoitinho do pacote por causa disso…
Mais do que se inspirar em sons do passado, tem muita gente do passado que resolveu voltar à ativa. Pode ser um up na carreira, definitivamente. Exemplo é a volta do The Police. Depois de uma longa espera, os fãs puderam pirar ao som de Roxanne novamente, na cerimônia do Grammy em fevereiro. Outro que “voltaria à ativa” é o Prince. Coloco entre aspas porque, na realidade, os fãs de verdade sabem que ele nunca parou de trabalhar e lança cds quase que anualmente. Mas já faz tempo que deixou a mídia e as paradas de sucesso. Seu retorno triunfal veio com o show no intervalo do Superbowl americano, o mais assistido de toda a história do Superbowl, diga-se de passagem. O artista cantou antigos sucessos e levou a multidão à loucura com Purple Rain. Acho que a música dos anos 80 nunca esteve tão em alta desde a própria década de 80. É divertido revisitar o passado, principalmente quando hoje não toca nada empolgante nas rádios.

A feliz volta de The Police no Grammy Awards 2007.

O eletrizante show de Prince durante o intervalo do Superbowl. Que retorno!
Vinda de um passado mais recente, a princesinha do pop Britney Spears virou a rainha da baixaria, casou-se, teve filhos, divorciou-se, embebedou-se (muito, aliás), raspou a cabeça e virou adepta das perucas. Agora ela também quer voltar aos palcos. Claro, por que não?! Afinal de contas, se tantos artistas estão voltando, por que a antiga realeza-farofa do pop não pode ter uma segunda chance também? Na pior das hipóteses, vai ser divertido, bom pra dar umas risadas…

E antes de haver Britney Spears, o ídolo das massas adolescentes era nada mais nada menos que… Spice Girls! É, eu me lembro, até pela minha pouca idade (haha), de como as defensoras do Girl Power espalharam suas plataformas imensas, seus figurinos de gosto duvidoso e sua música chiclete pelo mundo todo. Até pirulito das Spice Girls tinha. E, num momento à la Beatles, até filme teve. Farofa demais pra você agora? Pois é, mas elas estão voltando!!!

Depois de muitos anos separadas e engajadas em carreiras-solo que nunca deveriam ter acontecido, as verdadeiras garotas super poderosas estão de volta, prometendo uma tour mundial! Eu sei, isso pode soar como a pior notícia dos últimos tempos. Mas na realidade vai ser bem divertido, e ainda vamos salvar nossos ouvidos de ouví-las cantando suas xaropes musiquinhas de carreira-solo. Vamos reunir as Spice Girls novamente para que elas façam aquilo que elas realmente sabem fazer: quase nada, porém unidas, chacoalhando os corpinhos e fazendo a bagunça musical que entretém as massas!

Se elas vierem ao Brasil, milhares de moças adultas (antes adolescentes especialistas em cover das Spice – eu sei, eu também brincava de ser spice girl…) vão surtar. A pergunta que não quer calar: Será que as Spice Girls vão adotar o visual de antigamente??? Pelas fotos, a gente nota que o tempo realmente não perdoa… Aguardemos, conferindo o divertido vídeo abaixo, onde elas anunciam a volta do grupo.
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Fato: o rock dominou as passarelas paulistas neste segundo dia de SPFW. Depois de fazer de um tudo com o smoking na coleção feminina, Alexandre Herchcovitch não deixou por menos e fez um estraaaaago no segundo dia do evento. Ele não simplesmente se inspirou em rock, como encheu a passarela de metaleiros cabeludos com um look meio alice cooper, meio kiss, meio corvo, porém sempre medonho, claro. Já a Ellus apostou num rock mais clássico, empoeiradinho, com ares vintage, e mandou ver no logo dos Beatles. Sem falar da aparição quase relâmpago da atriz Chloë Sevigny. Mas valeu a pena. Se não fosse combinado, eu acreditaria que ela vestiu aquele look Ellus pra sair de casa, nem que fosse pra comprar pão! Tão linda e estilosa aquela loira…
Agora vamos aos looks rock’n'roll.

Alfaiataria para os roqueiros? Sim, claro, por quê não?!




Na regata, Black Sabbath e Iron Maiden.

As cores do verão de Herchcovitch, tanto feminino quanto masculino, foi cheio de preto, branco e vermelho tomate (aquele primo do laranja, sabe?). Repare na jaqueta “ensangüentada”.

A Ellus e os suspensórios muito lindos! E referência aos Beatles por todos os lados.



Bermudas e blazer, o hit do verão desde já.

E os amarelos!!! Falei que o amarelão era hype, não falei?


O detalhe em pink na foto acima é o melhor. E na foto abaixo, a maravilhosa e pesadíssima sandália.


E a musa Chloë encerra o desfile com cintura altíssima, preto e branco e a minha sandália favorita.

É aquela coisa, como diz a música: Eu sei… é só rock’n'roll… mas eu gostoooooooo!!! Yes, i do!
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Um desfile sem boa música que faça o link da experiência audiovisual simplesmente não funciona. A Osklen sabe disso. E sabe tão bem, que fez a melhor trilha sonora do primeiro dia de SPFW. A coleção inspirada em Ipanema começou embalada por uma bossinha gostosa, passando para temas mais contagiantes e coloridos, até terminar em clima mais rock and roll, anunciando os looks pretos trabalhados em fibra de carbono. Além de um trabalho de deixar todo mundo de queixo caído, Oskar Metsavaht soube escolher a trilha sonora mais legal do evento, pelo menos até o momento.
Depois de fazer um esforcinho, consegui identificar as músicas da trilha sonora para dividir esse prazer com vocês. Você pode fazer o download da música clicando nos títulos abaixo! Olha só como eu sou legal com vocês… hehehe…
1. Center of gravity – Yo la tengo
Que engraçado encontrar essa gravação bem bossa-nova pela banda de rock nova-iorquina Yo La Tengo. Eu não conhecia muito da banda, mas a música é Ipanema pura, melhor escolha impossível. Talvez se fosse cantada por Bebel e João Gilberto não tivesse tanta graça quanto na interpretação do casal Ira Kaplan e Georgia Hubley. Abriu o desfile em meio aos tons de palha, numa atmosfera bem carioca e clean, tudo muito neutro. E muito gostoso!


O cantor americano de Atlanta, Donnie, me confundiu totalmente, enquanto assistia o desfile. Eu poderia jurar que aquela voz sublime era do cantor nova-iorquino Raul Midón. Muitíssimo parecida, pois evidentemente os dois cantores possuem uma influência enorme do mestre Stevie Wonder. Mas isso só torna as coisas mais interessantes, claro. A música é do seu álbum de estréia em 2002, The Colored Section. E, por trazer alguns elementos de música brasileira, a escolha de Do you know para a segunda e vibrante parte do desfile foi simplesmente perfeita! O arco-íris em degradê na seda pura foi o glamour alegre que faltava, já que estamos falando de Ipanema.

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3. Mercy Mercy Me – The Strokes feat. Eddie Vedder & Josh Homme
Talvez, se fosse a versão original do inigüalável Marvin Gaye, não fosse tão eficientemente interessante. O cover de The Strokes em parceria com Eddie Vedder e Josh Homme com uma pegada rock e vozes à la bowie deu o tom certo enquanto os tons de cinza iam se transformando em looks de preto total, fechando o desfile com chave de ouro! Ficou o máximo.


É, pra uma coleção sobre Ipanema, tem muito gringo na soundtrack. Mas isso é que deu o tom, penso. Afinal de contas, como disse o próprio Oskar durante uma entrevista, Ipanema não é do Rio, Ipanema é do mundo.
Êêê!!! Eu faço jabá, sim! Eu divulgo mesmo todas as coisas que eu acho interessantes, sem dó nem pudor. E o melhor, faço de graça, porque eu sou uma alma caridosa…
Farei o jabá de um site que eu “descobri” hoje no Orkut. Adoro “descobrir” coisas na internet, como se só eu soubesse daquele site e só eu fosse a responsável pela disseminação daquela informação para o mundo através da poderosíssima ferramenta de comunicação que eu chamo de “meu blog”. Sim, eu tenho uma imaginação fértil.
Vamos ao site então, que encontrei enquanto passeava pela comunidade “Sir Robin ruleia”. Parêntese: Sir Robin é um personagem do filme super hilário e cult do Monty Python, “Em Busca do Cálice Sagrado”, interpretado pelo meu favorito e impagável Eric Idle. O filme é demais! E o personagem é tão bom, que merece uma comunidade. E eu sou tão fã, que você pode conferir hilária saga do ”Brave Brave Sir Robin” clicando aqui… Mas, voltando ao assunto principal, lá na comunidade encontrei um link para um site de camisetas que é simplesmente o máximo. Eu sou tee freak, isso já assumi anteriormente neste blog. Portanto, nada mais comum do que eu me apaixonar por este site que vende camisetas muito originais a partir de idéias e conceitos mais originais ainda.
Conheça Mono, natural de Porto Alegre, criada pela dupla Maria Elvira e Patrick Magalhães. A Mono já existe desde 2003 e vende camisetas, moletons e buttons. Mas, claro, as camisetas sempre serão a alma do negócio! As estampas são interpretações de filmes, músicas e idéias do gosto pessoal dos criadores. E não é surpresa que muita gente tenha o mesmo gosto. Clááássicos como Elvis, Bob Dylan, The Who, Blondie e muitos (muitos mesmo!) outros cantores e bandas bacanas estampam camisetas mais bacanas ainda. Sem falar dos filmes, desde o clássico O Poderoso Chefão até cults esparradérrimos como Laranja Mecânica, Pulp Fiction e Lost in Translation. Babou? Eu sei. Isso sem comentar a mais cool de todas, a estampa do Black Night, ou cavaleiro negro, do filme do Monty Python! Fãs não resistirão!
Mas não espere encontrar as convencionais camisetas de banda. Todas as estampas são realmente interpretações pessoais dos designers. E isso funciona muito bem e faz da Mono meu sonho de consumo atual! Talvez seja notícia velha para muitos. Mas, mesmo atrasada, eu não deixo passar coisa boa despercebida. Agora é só pedir o catálogo pelo site e começar a colecionar as t-shirts! Yes!
Eu deveria estar ganhando algum pra fazer esse jabá, enchendo assim a bola deles… Mono, que tal 10%? Aliás, que tal 10% em camisetas???
