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Tá todo mundo falando, todo mundo comentando as estréias dessa semana na Warner e na Sony! Eu comemorei a estréia de 90210 (hoje, by the way), apesar de eu já estar adiantada em 8 capítulos (obrigada, Deus, pela internet!) que já passaram lá na terrinha do tio Sam.
Tem gente também entusiasmadíssima pela volta de Gossip Girl, com sua segunda temporada apimentada e all dressed up. Eu nunca consegui assistir um episódio inteiro de Gossip. Sei lá, acho que me irrita um pouco aquela síndrome de The O.C. (filhos de 15 com cara de 25 e pais de 45 com cara de 35), sem falar que a pimenta que tempera Gossip Girl pra mim não cola tanto. Muito menos colaram os figurinos da primeira temporada, que eu espiei vez ou outra. Mas dessa vez, os últimos episódios da primeira e os teasers da segunda temporada me colocaram a pulga atrás da orelha. Teria eu subestimado a ex-assistente de Pat Field como figurinista de Gossip? É, acho que sim. Então me programei pra colar os olhos nessa estréia hoje. E, dito e feito: nada de decepção. Figurinos fofos, meio clichês às vezes, mas bem rebuscados e estilosos. Tinha um quê de Pat Field no ar, a figurinista aprendeu bem. Destaques pra Blair, Serena e Chuck, que sempre ganham figurinos mais over , e acho que justamente por isso eles se destacam em estilo. Nem sempre menos é mais.

Blair, de volta e estilosa, frente e verso!
E, tenho que admitir, elas são lindinhas demais. Ai, como é bom ser adolescente na tv…
Lindinha também é a galera do elenco novo de 90210. O novo Brandon (que agora chama Dixon) é um charme, assim como o novo Dylan, tão pouco carismático quanto o velho Dylan. E ele até tem umas entradas na testa, mas é de leve… Mais Dylan que isso, só se tivesse o mesmo estilo bad boy de se vestir. E não tem, o que é uma pena. Os rapazes da série não são de NY, são de Hollywood, né? Não dá pra esperar que eles façam o estilo Gossip Girl de ser.

E vocês achavam que só o Dylan tinha aquelas entradas, né? Que nada, Ethan logo logo chega lá…
Já as meninas estão em pé de igualdade. Cada uma mais lindinha que a outra, andando pelos corredores da High School em saltos meia-pata que vão de Chanel pra cima e além. Mas uma coisa me chamou a atenção… Sei lá, acho que é porque eu não tenho assistido muita televisão ultimamente, acho que estou ficando velha e perdendo os referenciais e padrões de beleza adolescente do momento (até pouco tempo eu nem sabia quem eram os Jonas Brothers e me orgulho disso!), mas eu achei todas as meninas tão… MAGRINHAS. Tudo bem, elas teriam teoricamente 15 anos de idade, mas… elas são tão fininhas que às vezes dá medo de bater um ventinho e levar uma delas. Abro uma exceção aqui para a loira fenomenalmente encaracolada que é AnnaLynne McCord (interpretando Naomi), com seu corpinho mais saudável.

Tá pensando o quê, ser a nova Brenda exige este corpinho, meus caros…

E o oscar de melhor vestido vai para a velha Brenda, floral com bolsinhos! Ai, que coisa LINDA!

Sósia da Tiffany Thiessen depois de um ano tomando só shake da Herbalife. E não é que parece mesmo?

Ai, como é duro ser linda, loira, encaracolada e ainda ser a mais “encorpada” da série… Go, new Kelly!
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O meu high & low não vai ter nada a ver com combinar peças de grife com peças baratinhas. No, sir! O meu high & low é uma listinha de in’s e out’s que deu vontade de fazer. E não, não a chamarei de In & Out, parece nome de seçãozinha de revista feminina…
High!
1. Lançamento de Sex & The City em DVD.
2. Estréia de 90210 (achei digno!)

Low!
1. Tentativa de desativar a comunidade “Discografias” do Orkut.
2. Madonna ressucitando o sapato-revólver da Chanel. (One word: Afff!)

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Eu estou ficando sem unhas, de tanto que já as roí em meio ao nervoso pela estréia do filme fashion do ano: Sex and the City. Nem “O Diabo Veste Prada”, nem “Maria Antonieta”. Nenhum outro filme fashion arrancou tantos suspiros, unhas e cutículas do círculo fashionista antes de sua estréia. E agora falta pouco, meus caros. Lá fora, estréia dia 30 de Maio. Por aqui, só no dia 12 de Junho. Enquanto a gente fica aqui se coçando de agonia pra ver o filme, eu preparei um pequeno especial pré-lançamento, só pra gente ir se aquecendo!
Pra começar, o trailer delicioso.
Se você também ficou babando na trilha sonora, pode ouvir de novo a fofa “The Heart Of The Matter”, de India.Arie, clicando no player abaixo.
E além da linda India.Arie e sua balada de coração partido, a cantora/atriz Jennifer Hudson também contribui para a trilha sonora do filme (oba!), com a deliciosa e super contagiante “All Dressed In Love”, que você também pode ouvir aqui! Alguém ainda duvida que o cd da trilha sonora do filme vai ser o próximo must-have da sua coleção de cds, né?
E, enquanto você ouve essas músicas gostosíssimas, que tal dar uma espiada no absolutamente fantástico figurino que a sempre visionária Patricia Field preparou para as meninas do filme? Pode conferir abaixo, entre os cartazes do filme e algumas das últimas fotos divulgadas. Ai, meu Saint Laurent!
Não posso esconder nem negar minha preferência e tietagem completa pela Sarah Jessica Parker. Sim, eu me sinto muito Carrie também. Ela comanda não só como protagonista da série e filme, mas também comanda no estilo. Para esse momento “i love SJP”, vale ressaltar que Sarah Jessica Parker estampa a capa da New York Magazine, estonteantemente. Dá uma zoiadinha na capa…
Ai, dá pra ficar mais maravilhosa do que isso?
E, pra fechar (ou abrir) com chave de ouro, não poderia faltar uma capa da musa SJP na poderosa Vogue. Só que, para atingir os leitores no auge do sucesso do filme, nossa eterna Carrie foi escalada para a capa do mês de Junho, logo depois da estréia nas telonas. E quem melhor para acompanhar a senhorita Bradshaw do que o Mr. Big? Sim, o todo-lindo Chris Noth participa do editorial, no melhor estilo Sex and the City de ser. Quer espiar antes de todo mundo? Claro que quer, né? Então veja abaixo.
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Você viu ontem o Pedro Lourenço sendo entrevistado pela Mari Moon no Scrap MTV? Se você também quase morreu de raiva e vergonha alheia pela apresentadora, bem-vindo ao clube.
Para quem não sabe ou não lembra (pois o Pedro estava away em período sabático na europa reservado para estudos), ele é a cria de nada mais nada menos que Glória Coelho e Reinaldo Lourenço. Então, quando um prodígio da moda super conceituado vai ao seu programa de televisão que supostamente falaria de moda também, você faz o quê? Se informa, pensa em perguntas interessantes, etc… E, claro, eu sei que a Mari Moon é esforçada, mas… ela devia desistir de ser entrevistadora. Vide as caras que o pobre Pedro fazia a cada comentário da moçoila. Não rola, queridinha. Você é muito linda, mas… melhor de boca fechada.


MariMoon… olha só a carinha do Pedro pra você…
Olha eu de novo no podcast do Tutorial Pop! Desta vez, falando sobre os antigos sucessos da MTV e a nova programação de 2008. Modéstia à parte, essa edição está muuuuito melhor, imperdível! Clica aí embaixo e ouve nóis, vai…

Um dos melhores – se não for o melhor de todos – filmes de Natal para mim é, de fato, um desenho animado. Difícil de encontrar algum desenho natalino que mexa tanto comigo quanto esse. “A Charlie Brown Christmas”, o especial de Natal do “Peanuts”, nome original da turminha do Snoopy. Me lembro de ter assistido algumas vezes pela Bandeirantes ou Record, não sei bem.
Com o humor peculiar das tirinhas, é uma historinha simples e cheia de mensagem, confrontando o verdadeiro sentido do Natal com toda a comercialidade que toma conta das nossas vidas no fim de ano através da mídia. Não tem como ficar mais simples do que isso. E para um bom filminho natalino, assim como na moda, menos também é mais.
Pena que não passa mais… Tem alguns dias já que eu tenho acordado com vontade de montar minha “árvore de natal patética” igual à do desenho.
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É batata: todo final de ano a Globo exibe na sessão da tarde, na tela quente, na sessão de sábado, no domingo maior e no supercine o super clássico natalino “Esqueceram de Mim”. Quando a animação é muita, eles colocam o “Esqueceram de mim 2 – perdido em Nova York” também. Mas, como toda seqüência de filme, nunca é tão boa quanto a primeira. Afinal de contas, como é possível alguém esquecer o filho pentelho sozinho de novo, depois de toda a confusão no primeiro filme? Só Hollywood mesmo. E a gente ainda acredita.
De cara, você vai dizer: “Aaaah, não! Pelo amor de Deus, esse filme de novo NÃO!” Claro, porque as primeiras 267 vezes foram engraçadas, mas não é por isso que você arriscaria mais uma 268ª vez, correto? Errado. Pois eu digo que esse é um dos poucos filmes de Natal em que não importa a quantidade de vezes que você assista, o efeito no seu cérebro ainda é o mesmo. Chega a ser sinistro isso, hein? Hehehe.
Nem preciso dizer do que se trata a história, né? A família imensa do Macauley Culkin esquece o moleque pentelho em casa quando saem apressados pra viajar no Natal. A família toda vai pra Paris (ui! que bom ser gringo e rico!) e o loirinho fica em casa, sozinho. Claro que, quando ele se vê sozinho em casa, acha que é um milagre de Natal. E aí é pano pra manga suficiente pra muita confusão. Acho que os americanos chamam esse tipo de filme natalino de “feelgood movie”. Filme pra se sentir bem. É, eu acho que deve ser isso mesmo. No final das contas, é bom saber que não nos abandonariam sozinho, e que a mamãe está vindo nos buscar pro Natal. E rir faz bem. É uma boa pedida natalina. Nem precisa alugar, é só deixar a tv ligada na Globo durante o mês de dezembro e esperar.
Dando seqüência à minha lista de filmes para o Natal (e eu deveria ter dito “filmes para o mês de dezembro”, porque seguramente ninguém vai conseguir ver tantos filmes nos dias 24 e 25), tenho que começar este post avisando aos menos sensíveis que o próximo filme é um filme de amor. Um filme de amor e de Natal. Mas não é simplesmente um romance. É “Simplesmente Amor” mesmo.

Muito além de uma comédia romântica, “Simplesmente Amor” é um filme que fala de todos os tipos de amor: entre homem e mulher, entre irmãos, entre amigos, entre pais e filhos, etc. Toda vez que eu assisto esse filme, é como se eu recebesse uma overdose de amor. E amor no Natal realmente não pode faltar. Mas na realidade eu acabo vendo esse filme várias vezes no ano, pois é um dos filmes preferidos do meu pai. Todas as vezes em que ele está borocoxô, pra baixo, tristonho, ele coloca o dvd “Simplesmente Amor” e fica lá, alegremente emocionado. E essa cena acaba sendo mais legal de assistir do que as cenas do próprio filme.
O que faz “Simplesmente Amor” funcionar tão bem é, definitivamente, seu estilo pouco convencional. Não há uma história a ser contada, mas pelo menos umas sete ou mais. Todas entrelaçadas, interligadas e recheadas de amor. É uma comédia, mas é um filme sensível. É sensível, porém sem a pieguice de um romântico final feliz.
Outro trunfo a seu favor é o elenco. A história se passa em Londres e conta com um imenso elenco de estrelas britânicas, americanas e até mesmo brasileiras e portuguesas! Uau! É, meus caros, este é mais um filme em que o nosso lindo Rodrigo Santoro deu o ar da graça sem camisa. Eu não digo que essa seja a especialidade dele, pois o considero um bom ator, mas… ele cada vez faz melhor esse papel de descamisado, viu? Enfim, a coisa melhora pro Santoro neste longa, pois ele ganhou uma meia dúzia de falas e mais seriedade do que em “As Panteras”. Já a representante lusitana da película é Lucia Moniz, que apesar de não ser conhecida aqui em terras tupiniquins, é uma atriz/cantora famosa lá em Portugal. Além desses, o elenco conta com a presença estelar do sempre ótimo Hugh Grant, o charmoso Colin Firth, Emma Thompson, Laura Linney, Rowan Atkinson e muito, mas muuuuito mais.
Esse filme é gostoso de assistir o ano todo, mas em dezembro eu tenho certeza que é infalível. Dos mesmos criadores de “Quatro casamentos e um funeral”, “Um lugar chamado Nothing Hill” e “O diário de Bridget Jones”, o filme “Simplesmente Amor” também conta com uma trilha sonora que é um show à parte, recheado de clássicos como “White Christmas” por Otis Redding e emocionantes temas como “Both Sides Now”, da sensacional Joni Mitchell. Depois de assistir o filme algumas vezes, compre a trilha sonora e deixe no carro, para aqueles dias de chuva e trânsito em que você precisa de um afago no coração. Agora deixemos os preconceitos de lado, pois essa comédia romântica está longe de ser um filme de mulherzinha.
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Tem uma famosa música da Joni Mitchell, muito linda, que diz:
“Está chegando o Natal,
Eles estão cortando os pinheiros.
Estão colocando renas,
E cantando canções de alegria e paz.
Ah, eu queria ter um rio onde eu pudesse patinar pra longe.
Não neva aqui,
Continua bem verde.
Eu vou ganhar muito dinheiro
E vou deixar esse cenário louco pra trás.
Ah, eu queria ter um rio onde eu pudesse patinar pra longe.”
Acho que, assim como a Joni Mitchell, eu também fico meio frustrada quando chega o Natal e eu não vejo aquilo que o cinema americano sempre vendeu como a imagem natalina: neve branquinha, frio congelante, uma lareira e um pinheiro verdinho. Mas eu ainda gosto do Natal, sempre gostei, afinal eu sempre soube o verdadeiro sentido do Natal. Só que uma das coisas que eu gosto sobre os meus Natais é que eu sempre podia sentir o gosto do típico Natal americano pela televisão. Já reparou que sempre passam os mesmos filmes no Natal? Deve ser alguma espécie de tradição da rede Globo e do SBT, pois eles sempre passam os mesmos filmes. E isso não é necessariamente ruim. Durante minha infância colecionei mentalmente o que eu considero como alguns clássicos para as festas de fim de ano. E agora quero compartilhar com vocês aqui.
Começo a lista de filmes para o Natal com aquele que eu considero como um dos maiores clássicos do Natal de todos os tempos. Ok, você pode até rir, mas… pra sentir aquele clima natalino tem que ter “O Estranho Mundo de Jack” (The Nightmare before Christmas), do também estranho diretor Tim Burton. Ora, Tim Burton é aficcionado por filmes de terror, isso é fato. Então, se ele decide fazer uma animação “infantil” natalina, é óbvio que vai ser uma animação infantil natalina de… terror! Eu consigo me lembrar perfeitamente da sensação de medo e admiração que eu sentia durante o filme. Aquele esqueleto que odiava o Natal e metia medo nas criancinhas… é um negócio tão absurdamente anti-clima-de-natal que eu sinceramente não sei como pode dar tão certo. Mas dá! E suas musiquinhas natalino-sinistras fazem do desenho uma verdadeira obra-prima do Tim Burton, ao melhor estilo musical Disney de ser.
Bom, pra resumir, a história é a seguinte: O pessoal do país do Halloween resolve que vai seqüestrar Papai Noel e tomar o Natal. Isso tudo liderados pela crise existencial do caveiroso Jack Skellington, o rei das abóboras, que anda sentindo falta de algo mais em sua vida, apesar de todo o sucesso do seu Halloween. O mais legal: é todo feito em stop-motion (fotografando os bonecos de massinha quadro a quadro)! Enfim, acho que é um filme pra crianças grandes e pequenas, que sempre me faz sentir bem nos últimos dias do ano.

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A visionária-musa-inspiradora-de-todos-os-meus-looks-mais-ousados-em-todos-os-meus-sonhos, miss Patricia Field, não perde a mão. A figurinista que mais acertou a mão durante os anos da série televisiva “Sex and the City” está de volta, pra deixar a Carrie mais linda do que nunca! E dessa vez, numa tela muito maior que a da sua tv. Eba, fashionistas agradecem com lágrimas nos olhos!
Viciada? É, eu sou viciada na série. E ultimamente, quando a minha insônia ataca, assistir os dvds das temporadas me faz sentir no céu às 3 e meia da manhã, destrinchando looks e mais looks da senhorita Bradshaw numa New York ainda mais visualmente inspiradora. Ou seja, não é pelo sexo. Mas pela cidade, certamente. E os sapatos! Ai, os sapatos…
Para os que, como eu, estão roendo as unhas de curiosidade sobre o filme, algumas fotinhas já estão circulando pela internet. Será que as meninas da série continuarão esbanjando estilo? Patricia Field ainda acerta a mão? Ao que tudo indica, meus queridos, não ficaremos decepcionados! Confira abaixo a minha outra musa Sarah Jessica Parker como Carrie e seu eterno love Mr. Big, o ator Chris Noth.

Bolsa de torre eiffel. Ok, dá pra perdoar… porque eu quero aquelas sandálias JÁ!!!!
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Pois é, aqui estou eu em Salvador, e graças a Deus há wireless. Ou seja, provavelmente estarei muito mais pobre ao final desta semana maravilhosa, graças aos preços exorbitantemente salgados por 24 horinhas de conexão wireless do hotel. Mas tudo bem, é melhor do que ficar sentada assistindo a chuva na janela e alguma bobagem na tv.
E por falar em bobagem na tv, enquanto ligava o notebook, me deparei com a Wanessa Camargo no Faustão. Cantando Chain of Fools da Aretha Franklin. Eu sei, soa como um convite do inferno. Mas não foi exatamente isso. Não foi lindo, claro, mas também não foi vergonhoso. E tudo isso graças à capacidade da Wanessa Camargo de capturar minha atenção com seu new look. Cabelo chanel, vestidinhos em A curtérrimos e sandálias meia pata de tirar o fôlego. Sem falar do colarzinho à la Carrie Bradshaw que ela anda desfilando pra cima e pra baixo. No dela não está escrito Carrie, obviamente, porém Starlet. Olha, com tamanha mudança de visual, a filha breguete do sertanejo Zezé pode, definitivamente, vir a se tornar um ícone fashion brasileiro. Não um ícone de estilo, claro. Não é nada que qualquer stylist minimamente conectado à moda não faça. E nem pense que foi ela que escolheu aquele look, meu amigo. Não se iluda… Mas ela pode vir a refletir a moda atual de uma forma bem bacana aqui em terras tupiniquins, assim como as verdadeiras starlets americanas desfilam a moda nas ruas de lá. Assim tão fashion e antenada, dá até pra agüentar mais três minutos de Wanessa Camargo no insuportável Faustão. Será que há esperança para as crias sertanejas no mundo pop? Tudo é possível.
Wanessa na capa de seu cd de 2004: Do mais brega…

…Ao mais fashion em 2007…

… com direito a colarzinho à la Carrie Bradshaw?

Há esperança??? Só Deus e o stylist da Wanessa sabem…

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Fashion e Trashy ao mesmo tempo?!! Só poderia ser um filme oitentista! Tudo bem, esse filme foi lançado em 1990, mas pode sim ser considerado um oitentista, já que foi filmado em boa parte durante o final da década de 80. Um cláááássico da Sessão da Tarde, é tão ruim que é bom. Sob o título em português de “Vivendo um conto de fadas”, o filme Stroke of Midnight (também conhecido por If the shoe fits) é uma adaptação modernosa do conto de fadas mais batido de todos os tempos: Cinderela.
Sim, e apesar de existirem umas trezentas adaptações cinematográficas da história de Cinderela (incluindo algumas pérolas como Uma Linda Mulher e Para Sempre Cinderela), essa versão do pouco conhecido diretor televisivo Tom Clegg inova ao mergulhar o conto de fadas no mundinho da moda, mais exatamente no epicentro fashion do globo: Paris.
Então a história fica assim: A Cinderela é Kelly Carter, uma camareira de desfiles durante o dia e uma talentosa aspirante a designer de sapatos durante a noite. Apesar de trabalhar para o estilista mais hype do momento, a mocinha nunca conseguiu mostrar seu trabalho para ninguém, até que uma misteriosa mulher cruza seu caminho e acrescenta poderes mágicos a uma de suas criações, um sapato que obviamente não é de cristal. Toda vez que Kelly calça o sapato, ela vira uma beldade sensacional. Na verdade, é só uma questão de um pouco de maquiagem e gel no cabelo, mas… vocês sabem, filme é filme! Use sua imaginação, é só entretenimento mesmo.
Quem faz o papel da gata borralheira Kelly Carter é Jennifer Grey, a eterna Baby de Dirty Dancing e a chata irmã mais velha de Ferris Bueller em Curtindo a vida adoidado. Jennifer exala carisma como em todos os seus filmes, o que torna nossa empatia pela mocinha quase que instantânea. Mas isso também não quer dizer que sua atuação seja digna de Oscar, obviamente.
Já o nosso príncipe encantado não poderia ser mais perfeito: Rob Lowe, jovem e lindo (!!!), interpretando o poderoso Francesco Salvitore. Sua atuação exagerada e canastrona poderia ser um problema, mas não chega a atrapalhar. Pelo contrário, acho até que ajuda na atmosfera caricata do filme. E a escolha não poderia ser mais acertada para um conto de fadas: um homem liiiiiiindo, riquíssimo, dono da grife mais quente do momento em Paris, que entende tudo de roupas femininas e ainda é hétero? Só poderia ser o Príncipe Encantado mesmo. Realmente, não poderia haver personificação moderna melhor para um príncipe encantado do que um poderoso designer de moda.
E assim o filme funciona super bem, como o que se propõe a ser: uma comédia romântica (mais comédia do que romântica) cheia de figurinos extravagantes. Justo aqueles figurinos que nos fazem morrer de vergonha dos anos 80, mas também justo aqueles que fazem do lixo oitentista pérolas cinematográficas, perfeitas para a boa e velha sessão da tarde.
Clique na imagem abaixo para conferir o trailer do filme.
Ps.: E por falar em Jennifer Grey, só muito recentemente fiquei sabendo que a atriz resolveu fazer uma plástica no nariz em 1989, o que não deu muito certo e ela teve que fazer outra em 1992. Depois da segunda plástica, Jennifer ficou completamente irreconhecível. Dizem as más línguas que foi isso que acabou com a carreira da moça. Afinal de contas, você diria que esta moça é a Baby???
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Acho que o mundo da música está passando por um momento meio nostálgico. Nada de muito inovador acontece no cenário musical atual, então a gente acaba querendo reviver os bons e divertidos momentos do passado. É fácil perceber, todos os artistas atuais bebem da fonte de algumas estrelas das últimas décadas. Em alguns casos, descaradamente, como Justin Timberlake enche a cara de Michael Jackson e Prince, e ainda se acha o último biscoitinho do pacote por causa disso…
Mais do que se inspirar em sons do passado, tem muita gente do passado que resolveu voltar à ativa. Pode ser um up na carreira, definitivamente. Exemplo é a volta do The Police. Depois de uma longa espera, os fãs puderam pirar ao som de Roxanne novamente, na cerimônia do Grammy em fevereiro. Outro que “voltaria à ativa” é o Prince. Coloco entre aspas porque, na realidade, os fãs de verdade sabem que ele nunca parou de trabalhar e lança cds quase que anualmente. Mas já faz tempo que deixou a mídia e as paradas de sucesso. Seu retorno triunfal veio com o show no intervalo do Superbowl americano, o mais assistido de toda a história do Superbowl, diga-se de passagem. O artista cantou antigos sucessos e levou a multidão à loucura com Purple Rain. Acho que a música dos anos 80 nunca esteve tão em alta desde a própria década de 80. É divertido revisitar o passado, principalmente quando hoje não toca nada empolgante nas rádios.

A feliz volta de The Police no Grammy Awards 2007.

O eletrizante show de Prince durante o intervalo do Superbowl. Que retorno!
Vinda de um passado mais recente, a princesinha do pop Britney Spears virou a rainha da baixaria, casou-se, teve filhos, divorciou-se, embebedou-se (muito, aliás), raspou a cabeça e virou adepta das perucas. Agora ela também quer voltar aos palcos. Claro, por que não?! Afinal de contas, se tantos artistas estão voltando, por que a antiga realeza-farofa do pop não pode ter uma segunda chance também? Na pior das hipóteses, vai ser divertido, bom pra dar umas risadas…

E antes de haver Britney Spears, o ídolo das massas adolescentes era nada mais nada menos que… Spice Girls! É, eu me lembro, até pela minha pouca idade (haha), de como as defensoras do Girl Power espalharam suas plataformas imensas, seus figurinos de gosto duvidoso e sua música chiclete pelo mundo todo. Até pirulito das Spice Girls tinha. E, num momento à la Beatles, até filme teve. Farofa demais pra você agora? Pois é, mas elas estão voltando!!!

Depois de muitos anos separadas e engajadas em carreiras-solo que nunca deveriam ter acontecido, as verdadeiras garotas super poderosas estão de volta, prometendo uma tour mundial! Eu sei, isso pode soar como a pior notícia dos últimos tempos. Mas na realidade vai ser bem divertido, e ainda vamos salvar nossos ouvidos de ouví-las cantando suas xaropes musiquinhas de carreira-solo. Vamos reunir as Spice Girls novamente para que elas façam aquilo que elas realmente sabem fazer: quase nada, porém unidas, chacoalhando os corpinhos e fazendo a bagunça musical que entretém as massas!

Se elas vierem ao Brasil, milhares de moças adultas (antes adolescentes especialistas em cover das Spice – eu sei, eu também brincava de ser spice girl…) vão surtar. A pergunta que não quer calar: Será que as Spice Girls vão adotar o visual de antigamente??? Pelas fotos, a gente nota que o tempo realmente não perdoa… Aguardemos, conferindo o divertido vídeo abaixo, onde elas anunciam a volta do grupo.
Bom, a proposta desse blog nunca foi ser somente um blog de moda. É que essa é minha formação, então a tendência é que eu acabe escrevendo mais sobre moda do que eu pretendia. Mas a proposta é escrever sobre todas as coisas que aguçam os meus sentidos. E os sentidos dos outros também…
E por falar em sentidos, um dos meus sentidos preferidos é o paladar. Siiiim, eu faço parte do clube dos bons de garfo, e isso é um tormento quando se tem que lutar com a balança também. De qualquer forma, o paladar é um negócio que mexe comigo, não só no que diz respeito à comida, mas de uma maneira geral. Pode ser num beijo (de língua, sem língua, selinhos), numa lambida (ui!), até num escovar de dentes… Agora, quem realmente mexe com meu paladar é uma mulher. Epa, calma aê! Não é o que vocês estão pensando… hehehe… Explico.

A mulher é uma chef britânica chamada Nigella. Sim, britânica. Tanto se fala mal da cozinha britânica. Bem… eu nunca morei por lá (e até pretendo!), mas essa mulher certamente mudou meus conceitos sobre culinária. O divertido sobre Nigella é que, apesar de linda, ela é uma glutona. Sim, isso mesmo que você leu: G-L-U-T-O-N-A. Pode até ser que eu receba comentários indignados de fãs da moça, mas calma aí, porque eu também sou fã. E quem é fã de verdade tem que admitir: ela é brutaaaa! Glutona sim:
glutão fem. glutona Do Lat. glutone Adj. e s. m., que ou o que come muito e com avidez; comilão; voraz.
Sim, Nigella é voraz nas garfadas. E é divertidíssima, porque ela faz questão de assumir isso sem maiores complicações. No seu programa de televisão, transmitido no Brasil pela Net/Sky, Nigella apresenta receitas nem um pouco lights, totalmente baseadas no prazer de comer. Hedonismo culinário na sua mais pura forma. Ama cozinha à moda antiga, sem aquela ladainha de gordura vegetal e etc… Não, ela usa manteiga da mais gorda mesmo, sem dó nem peidade. Ama frituras mais que tudo. Sua guloseima preferida para comer sozinha é orelha de porco fatiada fininha e, obviamente, frita. Chocólatra também, claro. Chegou ao cúmulo de empanar chocolatinhos do tipo “prestígio” e fritá-los, para uma experiência mais interessante. E a bela devora cada imenso prato (acredite em mim, o prato dela é sempre IMENSO) que faz ao final do programa, na cara dura. E o telespectador fica lá olhando, idiótico, babando naquele pedaço imenso de cheesecake (aliás, foi somente com Nigella que a minha cheesecake antes maçuda virou um pedaço do paraíso)… Pelo menos é garantia de que ficou bom, né? Ou seja, ela é tudo o que eu gostaria de ser mas que faço de um tudo para evitar sê-lo. Oh, vida paradoxal…
Você deve se perguntar: Como essa mulher não é obesa mórbida ainda? Bom, ela pode ser glutona, mas é bem esperta. E também não é magrinha. Faz o tipo bem encorpada, cheinha, curvilínea. Mas ela confessa que, graças ao seu imenso talento e inventividade culinária, ela tem que se submeter vez ou outra a uma dieta básica. Mas até os pratos de dieta da Nigella (que ela já mostrou no programa uma vez), são tão convidativos e interessantes que eu não veria problema nenhum em ter que fazer mais uma dietinha nessa minha vida…
As receitas de Nigella geralmente não são complicadas, porque ela odeia ter trabalho na cozinha (além de tudo é preguiçosa! ai, meus 7 pecados capitais… hehehe), o que torna as coisas ainda mais convidativas para reles mortais como eu que não tem tanta aptidão. Se você também tem um mestre-cuca tresloucado e reprimido dentro de você, chegou a sua vez: no site oficial da linda cozinheira você encontra ainda um mooooonte de receitinhas para se divertir. Um brinde ao paladar!

























