It Girl

Ela é uma It Girl. Ainda bem que não se traduz essa expressão literalmente, ou teríamos que chamar mocinhas lançadoras de tendências/ícones de moda por Garota Coisa, minha tradução livre inspirada no Cousin Itt (ou “primo coisa”) da família Adams.

 Mary Kate é metade das bem sucedidas gêmeas Olsen. É também, digamos… a parte mais criativa. Ashley é maravilhosa, e eu confesso que as amo, porém Mary Kate é um pouco mais ousada em seus esforços de moda. Tão esforçada que até a doença mais fashion da atualidade (credo, que piadinha infame!) ela assumiu e se internou numa clínica para tratar a anorexia. Mas isso não vem ao caso. Ela continua na ativa e fazendo seus bilhões de dólares crescer. Linda, pequena no tamanho, porém grande no seu poder de influência. Uma It Girl é imitada. Lança tendências que serão copiadas mundo afora graças à globalização e servirão de fonte de inspiração até para os estilistas renomados (acredite se quiser, tem estilista que se inspira nas gêmeas Olsen para criar!). Pense na responsabilidade na hora de se vestir pra sair para comprar pão! Opa, que “pão” o quê! Eu quis dizer “o latte nosso de cada dia na Starbucks”.

 Na capa da revista You desse mês, Mary Kate afirma que não pensa nadinha sobre ser uma trendsetter quando se veste. Ela completa com “Só tento me divertir com a moda e me vestir de forma que se adeqüe ao meu corpo.” Sei, tá bom…

 Como assim ela não pensa nisso? Se não pensa, deveria! Me engana que eu gosto, Srta. Olsen…

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