Não durou.

Mal comecei e já não aguento mais ouvir do assunto. Sério, preciso de férias de casamento. Esses dias em que fiquei sem meu notebook e acabei ausente de toda a blogosfera bridal foi um verdadeiro descanso pra minha cabeça. Por mais que esse seja um universo que me encante, ultimamente é um universo que mais me estressa do que encanta. Enquanto eu não consigo decidir o que fazer deste meu casamento, acho que vou me ausentar um pouco daqui. Sorry, eu tentei. Hoje eu não quero nem ouvir falar.

Enquete Nº 2!

 
Jennifer: a ex. Angelina: a atual. Brad: o de sempre, né?

Pergunta constrangedora (porque eu sempre me sinto com 15 anos quando pergunto essas coisas, mas…):

Quantas de vocês se sentem confortáveis com relação às ex-namoradas do amado? Quem lida bem com o assunto e quem não lida? Dicas sobre o assunto? Algum caso de ex que virou amiga? Ou, vou ainda mais longe: alguma noivinha vai convidar a ex do noivo pro casório? Vamos lá, conversinha de mulher!

Dossiê Lua de mel – parte 2

Você já leu sobre como definir o tipo de lua de mel que mais vai atender às expectativas do casal quanto a esse momento tão especial. Agora vamos falar de-mulher-pra-mulher-marisa. O que levar na mala pra lua de mel? Mesmo que o seu destino seja uma praia de nudismo (opa!), alguma coisa você vai ter que levar na mala. Tudo bem, tem gente que vai tirar muito mais do que vestir… Acredite em mim, em algum momento você vai precisar vestir alguma coisa, nem que seja pra ir ao restaurante do hotel tomar café da manhã!

Como escolher o que levar? De novo, pense meteorologicamente. Frio, calor, chuva, neve… Tudo isso influencia na mala! Nós mulheres somos famosas por fazermos malas faraônicas, cheias de roupas que provavelmente não vamos usar na viagem. É só uma questão de ter opção, certo? Eu entendo essa teoria, porque eu a uso. Afinal de contas, uma mulher precisa mesmo de opções. Mas não tem NADA pior do que viajar carregando uma malona pesada. Acredite em mim, sabendo escolher (e usar), opção não vai faltar. Aprenda a “viajar leve” e aproveite todo o espaço na mala pra levar aquele monte de lembrancinhas inúteis pros parentes.

Para as moçoilas que optaram pela praia: Não é porque você estará na praia que precisa fazer da canga e biquini o seu uniforme oficial da temporada. Use e abuse de vestidões gostosos pra passear à noite com seu amado (mesmo que seja um passeio só até o restaurante do hotel pra matar a fome!), ou pra caminhar na beira da praia ao por do sol. Os shortinhos e bermudas também são um bom curinga pra matar o calor e dar uma “produzida” a mais no visual. Caso você seja uma mocinha muito phyna e sua lua-de-mel seja tipo no Copacabana Palace ou coisa assim, então eu sugeriria um kaftan chiquérrimo pra um jantar num restaurante avarandado e descontraído.  Não esqueça de levar rasteiras liiiiindas ou saltos mais casuais pra esses momentos de passeio. Agora, se você é aquela turista que vai bater perna pra conhecer todos os pontos turísticos do local, leve um par de tênis (leve um bonitinho, please!) pra não machucar nem seu pé e nem seu sapatinho, coitado! E lembre-se: não importa a situação, um óculos de sol e um chapéu podem fazer milagres pelo seu visual praiano.

Maxi vestido da Farm. Não consigo pensar em nada mais verão e cheio de bossa do que essa simpática marca carioca.

Esse kaftan Le Lis Blanc Deux exige uma certa phynura, né?

Rasteirinha charmosa, vestido tipo kaftan e maxi acessórios. Também da Farm.

Aposente a canga por um dia e vá à praia mais vestida: shortinho jeans + batinha (Evite sobrepor acessórios pra não ficar aquela coisa hippie da 25 de março)

Dois looks da Farm pras “batedoras de perna”: Vestidinho e tênis! Coisa mais fofaaaaa!

Todos os looks mostrados nas fotos são looks de coleções Verão 2010, ou seja, com sorte talvez ainda seja possível encontrá-los em algumas liqüidações. Aguarde a parte 2!

Dossiê Lua de mel – parte 1

O planejamento do casório está difícil e estressante? Você já não aguenta mais ouvir falar de orçar buffet, decorador, fotógrafo e o escambal? Sua sogra, sua mãe, sua tia, sua prima, sua chefe e sua vizinha diariamente palpitam nas suas escolhas ou no que você supostamente deveria escolher pro casamento? Seu noivo convidou 57 colegas de trabalho pra recepção? Pois bem, quando a palavra “casamento” começa a te dar calafrios, esvazie os pensamentos e pense naquilo que vai fazer TUDO valer a pena:

A lua de mel!

Siiiiiim! A lua de mel é um daqueles típicos momentos que faz todas as chatices do casório valerem muito a pena. Mas muitas noivas, sobrecarregadas com todos os outros preparativos, acabam se esquecendo desse item importante a ser planejado. Claro, nenhuma lua de mel é igual a outra. Existem alguns vários tipos de lua de mel, um para cada tipo de casal, se adequando ao perfil de viajante dos mesmos. Vejamos alguns perfis de viajante:

1. Os turistas. Gostam de viajar pra fazer turismo de verdade. Conhecer todos os pontos turísticos, seja da cidade que for, fazer programas culturais, tirar foto até não poder mais, andar, andar, andar… Ou seja, o casal turista é um casal canseira! Se você vir um álbum de lua-de-mel com mais de 100 fotos, pode apostar que eles são turistas. Me pergunto se sobra energia pra namorar depois… hehehe…

2. Os shopaholics. Pros shopaholics, viajar rima com comprar, gastar e comprar de novo! Viciado em comprinhas, é aquele que quer sair pra conhecer todas as possíveis lojinhas da cidade e que acaba pagando excesso de bagagem depois por conta de tanto souvenir que comprou pra levar pros parentes. Muitos poucos homens são viajantes shopaholics, mas pode crer que existem! Se você for ao aeroporto e esbarrar num cara que claramente não é capoeirista, mas carregando um berimbau amarrado à mala, pode apostar que você encontrou o viajante shopaholic.

3. Os gastronômicos. Viagem pra eles tem que ser gastronômica. Conhecer novos pratos, sair todo dia pra conhecer um restaurante novo da cidade é tarefa mandatória! São semelhantes aos shopaholics, mas gastam com comida. Se for uma praia deserta, ele caminha o que for preciso pra achar uma sorveteria e provar alguma coisinha diferente, tipo sorvete de umbú com cajamanga! Voltam do aeroporto direto pra academia.

4. Os devagares. Viagem pra eles é sinônimo de descanso. O uniforme oficial é um par de havaianas. Por isso, eles geralmente preferem a praia. Nada de praia badalada. Eles vão nas mais tranquilinhas, desertas, ficam em pousadas de charme, comem, dormem, pensam na morte da bezerra, leêm livros, ouvem música, tomam sol, pensam na morte da bezerra de novo e voltam de lá super satisfeitos. É um turismo slow motion.

Eu poderia exemplificar alguns outros perfis de viajantes, mas com esses já dá pra ter uma noção da diversidade de viajantes no mundo. Você pode ser uma viajante shopaholic e o seu noivo pode ser um viajante devagar. Se você não pensar direitinho no que sinceramente espera dessa lua de mel e qual perfil de viagem quer atender, pode acabar sendo um período de expectativas frustradas. Se o seu objetivo é passar momentos românticos com seu amado, não pense na lua de mel como a maior e melhor viagem da sua vida, nem tente realizar aquela viagem dos sonhos, tipo conhecer a Patagônia, escalar o Everest, conhecer 15 países europeus em 3 dias ou nadar com peixe-boi na Amazônia. Essas viagens vocês vão ter tempo pra fazer depois. O foco não pode ser só o lugar. Tente enxergar esse momento baseado no perfil de ambos, sempre em dupla perspectiva.

Tem casal que não vê a hora de chegar a lua de mel pra namorar muuuuuito. Tem casal que não vê a hora de chegar a lua de mel pra se divertirem horrores nas baladas. Geralmente, se o casal já viajou junto outras vezes, se já mora junto, se namoram há 15 anos, tudo isso influencia no estilo de lua de mel que vocês terão. Um casal de turistas que já mora junto há 3 anos pode odiar passar 1 semana numa praia deserta de um povoado isolado do Alagoas. Assim como um casal devagar e novinho pode ficar cansado de visitar todas as atrações indispensáveis de Barcelona e resolver passar o dia todo no hotel. Sacou a importância da sensibilidade na hora de escolher o local? O bom mesmo é sentar e conversar com o noivo, trocar idéias sobre o que cada um espera de uma lua de mel dos sonhos. Não precisa ser pra nenhum lugar badalado, caro ou no raio que o parta! Tudo vai depender do seu perfil.

Já escolheu que tipo de viagem quer fazer? Beleza, agora pense meteorologicamente falando. Não adianta querer visitar Campos do Jordão em Janeiro, pois nunca será tão legal quanto em Maio, Junho e Julho, que são os meses em que bate aquele friozinho gostoso. Visite sites de viagem, leia resenhas de hotel, informe-se. Se possível, seja sua própria agente de viagens, monte os roteiros, faça e aconteça! Pode ser infinitamente mais divertido do que comprar um pacote. Mas só o faça se tiver disposição pra coisa. Caso contrário, a CVC tá aí pra isso. Mas, mesmo que você faça o perfil turista, não compre pacotes com um milhão de passeios programados. A não ser que seja algo que vocês dois queiram muito, lua de mel é (ou deveria ser), basicamente, um momento de romance, namoro e tranquilidade. Não tem nada menos romântico que sair pra um passeio de buggy com meia dúzia de outros turistas suados e “à milanesa”. Eca!

Aguarde a parte 2!

Enquete!

Pergunta pras noivinhas (e as nem tão noivinhas ainda também!) do blog:

Quantas pessoas você GOSTARIA de convidar pro seu casamento, e quantas pessoas você VAI de fato convidar?

Você, leitora caladinha, participe e se manifeste nos comentários deste post!

Rosa Clará

Não é à toa que a semana de moda noiva na Espanha é uma das mais importantes do mundo inteiro! Cada vestido da marca espanhola Rosa Clará é um suspiro arrancado. Pode ser que, como eu, você não se identifique com todos os estilos que a marca traz na coleção (E ela realmente traz todos os estilos possíveis! Sensacional!), mas com certeza vai admitir que eles são todos LINDOS, como eu também. O site da Rosa Clará é um universo à parte, e eu recomendo que você dê um passeio por lá pra conferir os outros vestidos da coleção 2010!

Ora Bolos!

Depois de passar vários dias comendo cupcakes em Londres (coisa que lá eles chamam de fairycakes), eu virei uma verdadeira obcecada pela iguaria. Quando vi em algumas publicações americanas que dava pra substituir o tradicional bolo por este bolinho simpático, fiquei mais obcecada ainda. Estava decidido: eu iria servir cupcakes ao invés do bolo tradicional no meu casamento!

Depois de um tempo, os cupcakes invadiram o solo brasileiro. Lá vamos nós imitar os casórios gringos, como fazemos em todo o resto. Bom, desde então os cupcakes viraram uma modinha, verdadeira febre nos casamentos de todas as cores, credos e classes sociais. E foi aí que eu perdi a vontade de ter cupcakes no casório. Por que isso tinha que virar modinha bem na época que eu resolvi casar? Moda pode ser minha área, mas não – eu não lido bem com modinhas. Um pouco de originalidade é essencial. Eu queria os cupcakes porque eles são DI-VI-NOS, e não porque é o que anda em voga no cenário casamenteiro atual. Risquei gentilmente os deliciosos cupcakes da lista e voltei à opção do bolo tradicional.

Não foi uma idéia difícil de se abrir mão. Primeiro porque o bolo tradicional é mais amigável com o orçamento de uma noiva pé-rapada, mesmo que esse seja um bolo “da alta”, metido e hype. Segundo, e principalmente, porque com cada design de bolo sensacional que eu via por aí, eu já estava querendo dar um pé na bunda dos meus amiguinhos cupcakes há algum tempo. Que noiva não se derrete por um belo bolo?

Fotos: 1. Cupcakes {via Brides.com} 2. Bolo com margaridinhas de pasta americana {não lembro da fonte} / 3. Bolo com cobertura de chocolate e rosas frescas {via Yes Wedding}  / 4. Bolinho com rosas de pasta americana {via Brides.com} / 5. Bolinho singelo com flores frescas em cima {também não lembro da fonte! Sorry!}