Por um mês mais brasileiro

Estava aqui pensando com meus botões se eu conseguiria passar 1 mês inteiro sem ouvir NADA de música internacional. Não que eu só goste de música internacional, não é o caso. Eu curto MUITO música brasileira também, mas em proporção relativamente menor do que todo o resto que eu curto de internacional (e não estou falando só de música americana). O fato é que no meu iPod somente 22% dos álbuns são brasileiros, contra os 78%  internacionais. Tudo bem que não há espaço suficiente dentro do meu iPod pra todos os álbuns que eu possuo, então eu acabo tendo que selecionar o que eu estou ouvindo mais no momento. E isso me deixou bem instigada a dar uma reorganizada nas seleções musicais e tentar passar 30 dias ouvindo SOMENTE música nacional (para a alegria do meu marido, que acha que eu não gosto tanto de música brasileira – quando de fato eu AMO! hehehe!). Meus backups estão recheados de cd’s brazucas pra compor a lista do mês. Vou tentar dar prioridade pra artistas e álbuns que eu realmente gosto de ouvir (vai ter coisa que já sei de cor e salteado), mas também vou listar algumas coisas novas que eu estava morrendo de vontade de colocar na playlist, só não tive a oportunidade. Abaixo minhas opções pra um iPod bem brasileiro esse mês. Será que 5 álbuns dão conta de 4 semanas? Ou vou pedir mais?

Sambazz – Jair Oliveira

Eu sou fã assumida do “Jairzinho” e confesso que estou meio atrasada. Apesar de já saber do lançamento de Sambazz há um tempinho e até ter ido no show do mesmo, só agora parei pra escutar o cd. É sucesso garantido, aposto.

Matizes – Djavan

Eu tenho a discografia completa do Djavan e absolutamente A-M-O todos os álbuns, desde o primeiro até os recentes (menos álbuns de remixes, acho isso desnecessário – e pop demais pra Djavan). Mas esse é um cd que eu não dei atenção suficiente na época do lançamento (grudei em umas 3 músicas e ignorei o resto do repertório sem dó) e agora queria dar a merecida atenção. Sinto que não será tempo perdido. Sem falar que a capa é show, né? Gosto tanto que sou capaz de mandar emoldurar e pendurar na parede da sala! hehehe…

Brasileiro – Roberta Sá

Eu não conhecia muito de Roberta Sá quando comecei a escutar o cd Braseiro em meados de 2007. Apesar do jeito meio “Sandy da mpb”, ela tem muito mais pra mostrar do que aparenta. Virou “viral” no meu iPod e trilha sonora de muitas caminhadas ao ar livre. Depois de 2008, quando meu antigo iPod morreu afogado (histórias fatídicas – don’t even ask), acabei nunca mais ouvindo nada da dona Roberta. Acho que vale a pena revisitar e talvez, mais pra frente, conhecer os outros álbuns da cantora.

Samba Meu – Maria Rita

Eu curto Maria Rita, mas não sou suuuuuper fã. Mas deste cd Samba Meu, de 2007, eu virei super fã. O repertório é bem animado e foca, obviamente, no samba. Eu gosto! Também “esqueci” esta relíquia depois da morte do primeiro iPod.

De tantos amores – Gal Costa

Por conta de uma versão da música “Que pena” eu encontrei este cd da Gal Costa, mas também não dei a atenção merecida. E Gal Costa é musa demais pra ser negligenciada no fundo da gaveta, né? Outro que eu acho que vai render pano pra manga.

Exfoliando!

Faz alguns meses que incluí este ritual na minha rotina de beleza e fiquei completamente viciada. Como eu adoro uma frescura, eu chamo de “banho spa”: uma vez por semana eu me dou ao luxo de tomar um banho mais longo com direito a exfoliação corporal seguida de óleo hidratante. Pode parecer bobagem, mas o combo exfoliante+óleo é MÁGICO! hehehe…

Enquanto o exfoliante remove o excesso de células mortas, renova a textura da pele e ajuda a acabar com aqueles malditos pelos encravados que insistem em não nascer pós depilação, o óleo corporal dá aquela super hidratada, deixando a pele lisinha e reluzente! Sem falar que me ajuda a relaxar, liberar o stress da semana… Não tem como não gostar!

Você pode exfoliar a pele com produto ou também com a ajuda de uma bucha (sintética ou vegetal). A sintética proporciona uma exfoliação mais leve, enquanto a vegetal é mais pesada, indicada pra áreas mais grossas do corpo (mas sem violência, né? não há pele que aguente!). Eu uso a bucha de vez em quando, mas acabo preferindo usar um produto por conta do tratamento complementar que os exfoliantes proporcionam.

Existem diversos tipos de exfoliantes no mercado, dos mais delicados aos mais “barra pesada”, que são quase uma bucha vegetal! Os exfoliantes de grânulos mais fininhos e delicados podem ser usados diariamente, enquanto os mais grossos, de açúcar e etc, devem ser usados pra aquele “banho spa” uma vez por semana.

Terminei recentemente o meu segundo ou terceiro exfoliante do Boticário Nativa Spa, que vem em bisnaga. É um exfoliante de grânulos médios, a textura é de gel de banho e deixava minha pele levemente hidratada, mas o óleo corporal em seguida era fundamental.

Antes dele, cheguei a usar algumas vezes o exfoliante de cupuaçú da Amazônia Viva. A textura lembrava mais uma manteiga e os grânulos eram, segundo a embalagem, sementes de cupuaçú (então tá, né?). A exfoliação era extremamente leve, apesar dos grânulos serem bem visíveis. A pele ficava super hidratada, mas hidratada MESMO, como se eu tivesse acabado de passar hidratante, dispensando o uso do óleo corporal depois dele. Mas como a exfoliação era muito leve, desanimei. Sem falar naquele moooonte de sementinhas pretas no chão do box no fim do banho! Ai, isso dava raiva! hehehe…

Agora comecei a usar um exfoliante de cranberry e romã da marca Burt’s Bees. Ele vem em pote, com grânulos de açúcar e 100% natural. De início achei que ia ser parecido com o do Boticário. Que nada! Enquanto o exfoliante do Boticário era também um gel de banho, o da Burt’s Bees está mais pra uma pasta de açúcar bem grossa, mais grossa do que os outros que já usei. E, claro, ainda mais eficiente! Quando aplicado inicialmente na pele, parece que vai te arranhar, mas conforme vou massageando, os grânulos se dissolvem até que restam apenas umas sementinhas vermelhas (que eu imagino que sejam da cranberry, porque não parece de romã). O mais incrível é que ele é bem oleoso e a pele fica tão hidratada depois do enxague que eu pude dispensar o óleo tranquilamente. O cheirinho é delicioso também! Estou apaixonada!

Vale a pena investir num bom exfoliante pra deixar a pele mais bonita. Existem tantos produtos disponíveis no mercado com preços tão variados que não tem desculpa pra não encontrar um que atenda direitinho nossas necessidades.

#Testei: Brilliant Brunette Liquid Shine – John Frieda

Acabaram as férias do blog (que nem tive a decência de comunicar) e voltei! Cheia de novidades e produtinhos pra mostrar…

Essa é uma nova categoria do blog, a #Testei! Basicamente são resenhas de produtos de beleza que eu acho que seria bacana compartilhar com vocês aqui.

Vou começar com essa linha de shampoo e condicionador que me conquistou nos últimos meses! John Frieda é uma marca possível de encontrar no Brasil nas melhores perfumarias, hipermercados, etc. Se você mora em uma capital, provavelmente será mais fácil de encontrar. Nos Estados Unidos a marca é super fácil de achar e um shampoo dificilmente vai sair por mais de 10 dólares! Sorte a deles, porque John Frieda faz produtos de EXCELENTE qualidade.

Como eu sou morena, resolvi começar pela linha Brilliant Brunette, feita especialmente pras cabeleiras escuras (também tem pra loiras e ruivas!). Comprei o shampoo e condicionador Liquid Shine, que são específicos “doadores de brilho” pro cabelo castanho. O cabelo castanho, do claro ao médio, nem sempre tem aquele brilho que pode ser visto num cabelo preto ou castanho escuro. Então resolvi testar.

O shampoo é transparente, a consistência é bem líquida e o cheirinho de côco é suave. No início achei que ia enjoar daquele cheiro de sabão de côco, mas depois acostumei, é muito sutil. Por ser um shampoo transparente, ele limpa MUITO bem. O cabelo fica bem solto e levinho, parece lavado no salão! Com pouco produto é possível obter bastante espuma e lavar os cabelos mais compridos (que é o meu caso atualmente, tipo Rapunzel). É até econômico, portanto! A bisnaga de 250ml durou mais ou menos 1 mês e 20 dias , sendo que eu lavo os cabelos um dia sim, um dia não e algumas vezes nas últimas semanas intercalei o uso com shampoo Johnson’s numa tentativa desesperada de tentar economizar meu John Frieda. Comparado com meus shampoos anteriores (eu era fã de carteirinha da Dove), acabou mais rápido. Mas o resultado é bem superior e a sensação de cabelo limpo também.

Já o condicionador é uma coisa de louco! Pra começo de conversa, quando coloquei na palma da minha mão, fiquei impressionada com o brilho dele! Isso mesmo, BRILHO. Tem tipo uns micro-glitters no condicionador que, à medida que você esfrega no cabelo, desaparecem sabe-se lá Deus pra onde. O cabelo fica realmente brilhante após a lavagem e bem mais macio. Gostei muito do resultado e definitivamente adoraria usar essa linha como meu shampoo e condicionador diário. Mas o preço me desanima um pouco: a média dessa linha fica entre R$ 40 a 60 reais cada um.  Mas eu penso que seja um investimento válido.

Apesar do preço meio salgadinho, virei super fã do John Frieda depois disso! Fica a dica para as morenas (e loiras e ruivas também!) que John Frieda tem uma linha pensando especialmente nas nossas madeixas cor de chocolate.😉

 

Censurando Marc Jacobs

O novo anúncio da fragrância “Oh Lola!”, de Marc Jacobs, foi censurado no Reino Unido. A escolhida pra ser a face do perfume foi Dakota Fanning, de 17 anos, ou seja, menor de idade. Aí o drama começou porque a entidade que cuida dos anúncios do Reino Unido achou que a propaganda sexualiza a imagem de uma criança. A criança, no caso, é Dakota. Não sei se dá pra chamar de criança, mas pra ser sincera, eu também achei desnecessária essa foto com Dakota segurando este IMENSO vidro de perfume entre as pernas. Nada sutil, né?

A jaqueta do Michael Jackson

Você SEMPRE quis ter uma jaqueta vermelha igual a de Michael Jackson no clipe Beat It ou Thriller? Pronto, agora você pode!

Os irmãos Jackson (aqueles que adoram ganhar dinheiro em cima do irmão) resolveram criar uma coleção chamada J5 Collection Jackets, que basicamente consiste em duas peças: a jaqueta de Thriller e a jaqueta de Beat It. Ambas vermelhas, ambas icônicas, assinadas pelos Jackson 5 (os que restaram, obviamente!) e iguaizinhas às originais, inclusive no tamanho (que coisa, não?) que corresponde somente ao do Rei do Pop.

Para comprar uma jaqueta, disponha de 2,350 doletas na Amazon e leve a sua. Quem duvida que MUITOS fãs enlouquecidos vão comprar?

 

A vida é um mar de cor-de-rosa! #2

Quinta-feira, e o pessoal não vê a hora do feriado chegar, né? Amanhã ainda tem post, mas depois só quarta-feira MESMO! Bem, com esse calor e o feriadão que se aproxima, que tal um drink fresquinho e rosinha? Pink Lemonade é um drink não alcoólico (mas isso não nos impede de testar umas misturinhas depois, claro! hehehe!) e todo cor-de-rosa, porque a gente AMA rosa, né mulherada?! Quem quiser pode usar água com gás, é uma opção mais “festiva” do drink! hehehe…

Ingredientes:

1 xícara de açúcar cristal
2 e 1/2 xícaras de suco de limão siciliano
1 e 1/2 xícara de açúcar refinado
2 xícaras de suco de cranberry
água
Como fazer:

Coloque o açúcar cristal e 1 xícara de água para ferver em fogo alto. Misture até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Desligue o fogo, espere esfriar e leve à geladeira por 1 hora.

Adicione à mistura já bem fresquinha, o suco de limão, o açúcar refinado, o suco de cranberry e mais um copo e meio de água (ou um pouco mais, caso você ache a limonada ficou forte demais). Misture tudo até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Coloque em uma garrafa linda e leve novamente para gelar. Sirva quando estiver bem gelado e com pedrinhas de gelo adicionais.

A receita é via Martha Stewart, adaptada pela Chris Campos.