Bridal Trends para 2011 (ou não!)

Vi algumas listas prevendo tendências para casamentos no ano de 2011 e fiquei pensando nas coisas que eu gostaria que virasse tendência nos casórios em 2011. Afinal, a essa altura do campeonato já tenho minha opinião formada sobre alguns vários assuntos. Provavelmente alguns itens da minha lista NUNCA vão pegar em terras tupiniquis, mas alguns outros itens creio que já estejam começando a penetrar o consciente das noivas atuais. Utópica ou não, eis minha lista de bridal trends! Vou cruzar os dedos pra moda pegar!

“Cherish the dress” ou Fim do Trash the dress

Não que eu goste do termo “cherish the dress” ou da idéia de fazer uma seção de fotos no estilo oposto do Trash the dress, em situações que valorizam o vestido ao invés de destruí-lo. Se fosse pra apoiar de verdade, eu chamaria esse estilo de “Cherish the dress AT THE MOMENT”. Sério, tire fotos lindas vestida de noiva no dia. Se arrume com antecedência, prepare-se pra cerimônia mais importante da sua vida, emocione-se, sinta-se linda e tenha um fotógrafo bafônico pra registrar todos esses momentos, os verdadeiros. Mas, como pra mim Trash the Dress já deu o que tinha que dar – se é que algum dia ele teve que dar alguma coisa – prefiro que o “Cherish” vire tendência esse ano. Não sei quem teve a idéia de fazer uma seção de fotos com a noiva (que raramente tem talento para modelo) em situações das mais absurdas e que detonam o vestido, mas somente uma “mente brilhante” poderia nos agraciar com aquela famosa pose da noiva “boiando” (ou simplesmente parada lá, o que torna tudo mais bizarro)  de vestido na piscina ou num lago. O tipo de coisa que te faz pensar: Sério mesmo?

Guirlandas e tiaras florais:

Parece coisa de daminha, mas não é e nem precisa ser. Claro que faz mais sentido se o casamento for ao ar livre, no campo ou na praia. Se ajudar, elimine as daminhas do casório e vá só você com sua guirlanda ou tiara de flores. Não precisa ter cara de hippie-chic, pode ser mais arrumadinho também. Quem sabe uma guirlanda dourada de metal com flores de madre pérola ou porcelana, etc… Ares de deusa grega! Nada mais etéreo do que uma noiva com flores no cabelo como uma coroa.

Bolo de verdade:

Não falei cupcakes (que eu também adoro). Falei BOLO. Os bolos continuam lindos e imperativos nos casamentos. Seria ótimo ver muitas fotos de noivos cortando um bolo de verdade, e não só posando em frente a uma maquete. Hoje quase não se vê mais bolos de verdade, todo mundo já se acostumou com as maquetes. Sinceramente: se você sabe que é uma maquete, seus convidados sabem que é uma maquete, seu fotógrafo sabe que é uma maquete, as pessoas que vão ver seu álbum saberão que é uma maquete, então qual é o propósito de ter uma maquete de bolo??? Porque você não estará enganando ninguém, né? Então que tal se em 2011 apostássemos em bolos menores (alô, amantes dos bolos de 15 andares!), mais modestos e de verdade?

Casamento-família ou Fim do Casamento-balada:

Se eu escrevesse para algum blog influente de casamento e de repente escrevesse algo assim, provavelmente seria apedrejada após este post. Mas, como eu sou anônima na blogosfera, posso dizer que seria maravilhoso se os casamentos este ano fossem menos baladas e mais familiares. Nem venha me dizer que brasileiro é baladeiro mesmo, que os noivos e convidados adoram se jogar na pista até altas horas da madrugada e terminar a festa às 5 da manhã com a bateria da Portela e meia dúzia de mulatas semi-nuas rebolando para seus convidados… Sim, isso tudo eu já sei. Mas permita-me incorporar o espírito de Sandy e dizer que seria lindo se neste ano os casamentos fossem menores ou pelo menos mais íntimos, focados na família, com a intenção de celebrar o amor, e não a farra. Por mais que eu aprecie uma bebidinha, não consigo imaginar algo mais deselegante do que aquelas fotos em que os padrinhos e noivos aparecem na pista com o copo na mão, SEMPRE com o copo na mão! Isso quando não estão visivelmente (Oh no!) bêbados. Que haja música, que haja dança, mas que haja bem mais comunhão e menos Cláudia Leite gritando “extravasa”.

Crédito das fotos: 1. Gossiprocks.com / 2. Wrinkledintimephotography.com / 3. Luciana Cattani / 4. Allegrophotography.com

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Style and attitude

Adorei essas coreaninhas (o grupo se chama 2NE1, mas isso é quase irrelevante, né?). Vi o clipe enquanto passava por uma loja de eletrodomésticos (bride feelings…) e não resisti a tanto estilo concentrado. Sem falar nas caras e bocas que elas fazem o clipe todo… além de ser eye candy, ainda diverte! hehehe!

De branco ou de qualquer cor!

Sabendo muito bem que esta é uma escolha extremamente pessoal de cada noiva, não vou escrever um post pra defender o que eu acho bonito ou não. É só uma questão de curiosidade sobre este tema que mexe com o imaginário de 9 entre 10 meninas e mulheres: o vestido de noiva.

Se é de noiva, então tem que ser branco, certo? Pois eu digo que nem sempre. O branco branquíssimo já não me convence tem tempo. Claro que, novamente, essa escolha de vestido branco ou não é realmente pessoal, mas eu adoro quando vejo uma noiva casando de azul, de verde, de rosa, da cor que lhe der na telha! Pode não ter NADA a ver com o que eu escolheria pra mim, mas tenho que tirar o chapéu pra originalidade e, principalmente, coragem dessas moçoilas de desafiar a ditadura do branco. Obviamente, eu ainda suspiro quando vejo aquelas criações branquinhas e maravilhosas do Manuel Mota, Rosa Clará, Oscar de La Renta, entre outros. Mas, quando se é uma pessoa criativa presa no corpo de uma noiva, nem sempre um branquinho básico basta!

Tudo azul!

Mas existem casos e casos. Já vi muita noiva super criativa e original usando branco, branquérrimo, do tipo ace-todo-branco-fosse-assim. Se é realmente a cor com que a noiva mais se identifica, se o branco lhe cai bem (o que é meio injusto, afinal um pretinho básico costuma cair muito melhor! hehehe), então vai fundo e vai de branco! Agora, dizer que branco é a única opção pra uma noiva é fechar a mente pra uma infinidade de possibilidades maravilhosas em todos os tons do arco-íris. E se vier com aquele papo de branco e virgindade, eu juro que finjo que não ouvi! Usar branco porque gosta é uma coisa. Usar branco pra dizer que ainda é pura, virgem, zero quilômetro… bom, é outra coisa, e das bem antigas! Que o diga o número de noivas “com uma certa quilometragem” que eu já vi casar de branco. Mas eu acredito que exista muita mocinha pressionada com a neura do vestido branco por conta de familiares, conhecidos e comunidades religiosas. Pode parecer ultrapassado (e é!), mas ainda acontece.

Mais virginal que Sandy, impossível! E não foi de branco! Foi de off-white! Rá!

Eu não vou usar branco. Sério, não vou. E nem sempre as pessoas aceitam isso com a mesma naturalidade que eu. E olha que a minha escolha nem é nada radical: vou casar de off-white. Off-white é um branco apagadinho, com cara de antigo, de guardado no armário da vovó. Um branco mais tímido, digamos assim. Quando eu conto isso, algumas pessoas olham com uma certa desconfiança, como que desconfiando da minha “pureza”, vê se pode! E eu me achando super tradicional por querer um look vintage, passando longe do batido tomara que caia de tafetá branco. Depois da segunda olhada torta, a gente acostuma, desencana e consegue controlar o riso. Porque, definitivamente, dessas coisas a gente tem que rir mesmo!

Monique Lhuillier arrasando no beginho…

Posso dizer que, como alguém que está criando o próprio vestido, o importante é que a diversão não acabe. Pela “diversão”, entende-se aquele sentimento que a maioria das mulheres carrega desde pequena, quando sonha com um vestido de princesa. Nem todo vestido de princesa é branco, afinal essa mania só começou quando a rainha Mary Stuart da Escócia resolveu casar de branco no século XVI! Enfim, invista no seu vestido dos sonhos, seja esse sonho da cor que for. Porque toda noiva merece se sentir uma princesa neste dia especial!

De volta de novo!

Não vou mentir: pensei em fechar o blog. Abandonado já estava mesmo. Meu último post foi um ensaio de retorno, mas acabou que ficou só no ensaio. Vamos encarar esse meu vácuo bloguístico como um ano sabático que eu tirei pra resolver a vida. Ou quase.

Faz quase um ano que não escrevo por aqui. Muita coisa aconteceu. De Lady Gaga a Jesus Luz até o novo álbum da Mariah Carey e suas péssimas (e freqüentes) escolhas no guarda-roupa. Muita coisa pra comentar. Mas a única novidade que me passa pela cabeça é a mais narcisista possível: estou noiva!!!

Yes, colegas. Me agarraram pelo dedo. Confesso que isso foi um super “turn on” pra voltar pro blog. Ameacei abrir um novo. Mas, fala sério, pra quê? Esse bloguinho véio de guerra sempre me rendeu bom número de visitas e comentários. Deu saudades daqui. Mas preparem-se, porque vai ter muito mais bridal a partir de agora. É um aviso camarada do tipo “corra que a noiva vem aí”.

Meu noivado vai durar pouco mais de um ano. Pra alguém tão complicada e procrastinadora como eu, esse tempo fica bem em cima da linha do aceitável e do desesperador. Não passa um dia sem que eu me olhe no espelho e enxergue uma Bridezilla aflorando. Mas esse é o tipo de coisa que vem e vai, e geralmente piora a cada 28 dias. Acho que essa tensão constante, o suspense do tipo “será que ela vai conseguir mesmo planejar esse casamento?” pode render bons posts na minha caminhada rumo ao altar. E o pior é que eu não sei mesmo se vou conseguir fazer tudo do jeito que eu quero, quanto menos do jeito que eu sonhei. Talvez você do outro lado do computador se identifique com a minha saga. Talvez até tenha conselhos pra me dar. Só resta então acompanhar o blog pra ver no que vai dar.

Tira a roupa, tá na moda…

Depois da minha ausência devido a verdadeiros lapsos de preguiça aguda, voltei. E pra falar do meu favorito: moda!

Quem disse que em Brasília não rolam eventos de moda interessantes? Um exemplo é o dia da roupa de baixo promovido anualmente com um desfile de modelos vestindo, obviamente, roupas de baixo em plena rua. Imagina que show de finesse, hein? A cereja do bolo? O evento acontece na rodoviária (!!!). Veja só a cobertura do evento que meu eterno parceiro de podcast e atual proprietário do “Tua mãe tá na zona”, André, fez.

Camelo & Inocência

Eu sempre me considerei uma pessoa de cabeça aberta, moderna, com alguns princípios tradicionais, porém nunca retrógrada. E hoje dei de cara com uma notícia que me fez rever meus conceitos:

Mallu Magalhães e Marcelo Camelo assumem namoro

mallucamelo Claro, eu concordo que o amor não tem idade. Mas pera aí! Pra começo de conversa, o ex-Los Hermanos com essa super barba tipo “simpatizo com o Bin Laden” só faz ressaltar mais seus 30 anos na cara. E eu sempre achei que os caras fizessem um som maduro (tirando o hit Ana Júlia), pelo menos meus amigos que curtem Los Hermanos são sempre aqueles perto dos trinta, inteligentes e maduros. Aí vem o líder da banda e assume um namoro com a Mallu Magalhães, de 15 aninhos, considerada um prodígio pela sua POUCA IDADE, que ainda gosta de colorir e fala coisas dignas de minhas primas de 12 anos de idade. Nada contra Mallu, ela é uma gracinha, mas isso é muito… estranho. Ainda se ela fosse aquele tipo de adolescente super desenvolvido fisicamente que eu vejo pelos colégios de hoje em dia (todas com peitão, bundão e cara de 20), eu até conseguiria entender melhor. Mas não! A Mallu tem aquela carinha e jeitinho infantil característico. Se isso é atraente pra um homem de trinta, então eu só tenho uma coisa a dizer: ECA! Isso fede a pedofilia, infelizmente.

Maaaas… como o mundo já tá de cabeça pra baixo mesmo… aposto que tem fã que vai adorar! Hehehe…